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27

John, o anão

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Pai John, o Anão, disse, “havia um homem muito espiritual que vivia uma vida reclusa. Ele era muito considerado na cidade e gozava de grande reputação. Disseram-lhe que um ancião, à beira da morte o chamava para abraçá-lo antes de adormecer. Ele pensou consigo, se eu for com a luz do dia, homens acorrerão atrás de mim, dando-me grande honra e não ficarei em paz com tudo isso. Então, irei à noite, na escuridão e passarei despercebido. Mas vejam só, dois anjos foram enviados por Deus com luzeiros para dar-lhe luz. Então a cidade inteira veio para fora para ver sua glória. Quanto mais ele desejava correr da glória, mais glorificado ele era. Nisso se cumpriu o que está escrito: “aquele que se humilha será exaltado.” (Lc 14,11)

abr
23

Novos jogos!!!

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Adicionado mais dois jogos no Portal COT

- The jewel hunter - Jogo de corrida bem divertido.
Muito bom para passar o tempo!

- Angel Run - Você é um anjo fugindo do demonio e das armadilhas dele

abr
16

Estudo sobre os “Irmãos de Jesus”

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Em grego, no qual o evangelho segundo Marcos foi escrito, a palavra “irmão” é escrita como “adelphói”, do grego “adelphós”, significando membro seguidor de uma clã. Mesmo hoje, a palavra “irmão” é empregada com um significado mais extenso, incluindo amigos, aliados, discípulos e compatriotas. Não era diferente na época de Cristo. Esse sentido também é expresso no antigo testamento. Veja os textos abaixo:

O Senhor disse a Moisés o seguinte: “Esta é a lei relativa aos levitas: desde os vinte e cinco anos para cima, o levita será admitido ao serviço na tenda de reunião. A partir dos cinqüenta anos, renunciará às suas funções e cessará de servir. Ajudará seus irmãos na tenda de reunião, zelando pelo que lhe foi confiado; mas não exercerá mais as suas funções. Desse modo disporás os levitas nos seus encargos. (Nm 8, 23-26)

Ainda usando a palavra em aramaico (aha) ou grego (ha) Deus diz que os levitas ao completarem 50 anos deveriam parar de servir no templo, mas deveriam ajudar ao outros “irmãos”, que seriam outros levitas.

“Não façais assim, meus irmãos, interveio Davi, com o que o Senhor nos deu, depois de nos ter protegido e nos ter entregue nas mãos a tropa que se tinha levantado contra nós!” (1 Sm 30, 23)

Aqui Davi fala aos judeus.

Jônatas, meu irmão, por tua causa meu coração me comprime! Tu me eras tão querido! Tua amizade me era mais preciosa que o amor das mulheres. (2 Sm 1,26)

Davi fala ao seu amigo Jonatas.

“Mas como os sacerdotes, devido a seu pequeno número, não podiam esfolar todos os holocaustos, seus irmãos, os levitas, ajudaram até que não houvesse mais necessidade e até que os outros sacerdotes se tivessem santificado; porque os levitas tinham mostrado mais solicitude que os sacerdotes para se purificarem.” (1 Cr 29, 34)

Mais uma vez aqui o autor usa a palavra irmãos para designar pessoas de um mesmo grau de intimidade, não sendo necessáriamente um parentesco. Mas como o prometido, passemos ao Novo Testamento e usamos os exemplos bíblicos.

Como disse antes, a palavra irmão no grego (adelphós) tem outro significado (membro seguidor de uma clã) e o proprio Jesus se vale dela para evangelizar. Veja:

“Mas vós não vos façais chamar rabi, porque um só é o vosso preceptor, e vós sois todos irmãos. (Mt 23,1-8)

As pessoas que estavam ouvindo Jesus naquele momento não eram todos irmãos. Isso é óbvio! Jesus estava falando de um laço espiritual, de um laço entre aquelas pessoas que ali estavam a escutá-lo.

Todo aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe. (Mt 12,50)

“Aquele que faz a vontade de Deus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe.” (Mc 3,35)

Estes dois versículos dizem isso! Dizem do laço espiritual que une Cristo aos seus Filhos. Em 1Cor 15,6 fala-se que Jesus apareceu a quinhentos “irmãos” de uma só vez.

“Depois apareceu a mais de quinhentos irmãos de uma vez, dos quais a maior parte ainda vive (e alguns já são mortos)” (1Cor 15,6)

Poderiam todos eles serem irmãos consaguíneos? Dificilmente. Também vemos Pedro falando diante de 120 irmãos em At 1,15-16.

Num daqueles dias, levantou-se Pedro no meio de seus irmãos, na assembléia reunida que constava de umas cento e vinte pessoas, e disse: Irmãos, convinha que se cumprisse o que o Espírito Santo predisse na escritura pela boca de Davi, acerca de Judas, que foi o guia daqueles que prenderam Jesus. (At 1,15-16)

Paulo fala de alguém ser “chamado de irmão” em 1 Cor 5,11.

“Mas eu simplesmente quis dizer-vos que não tenhais comunicação com aquele que, chamando-se irmão, é impuro, avarento, idólatra, difamador, beberrão, ladrão. Com tais indivíduos nem sequer deveis comer.” (1Cor 5,11)

A Bíblia possui muitos outros versículos semelhantes. Agora que já entendemos os significados da palavra irmãos tanto em hebraico e aramaico, como no grego, no proximo post falaremos sobre os versículos que comprovam que Jesus não tinha irmãos

abr
14

DESEJE PARABÉNS AO PAPA BENTO XVI

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A Santa Sé pôs a disposição do mundo inteiro um formulário em seu site para que quem desejar expressar suas saudações de aniversário ao Papa Bento XVI, que esta segunda-feira, dia 16, fará 80 abris.

Se você quer somar-se a esta celebração, acesse http://isidoro.vatican.va/auguri/auguri.php?lingua=sp, complete os dados que solicitam, e escreva sua mensagem.

O Santo Padre celebrará neste domingo, dia 15, uma Missa na Basílica de São Pedro pela Festa da Divina Misericórdia e seu aniversário de 80 anos

Para notícias sobre o lançamento do livro “Jesus de Nazaré” de autoria do Papa Bento XVI, acesse: http://www.cot.org.br/igreja/noticias.php?id=133

abr
12

TESTEMUNHOS

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Inaugurada nova seção no site Igreja Online!

Testemunhos

Iniciamos com dois testemunhos de ex-protestantes que se converteram ao catolicismo após presenciarem a intercessão miraculosa da Virgem Maria.

Quem souber de testemunhos em texto, audio ou vídeo envie para nós pelos comentários ou pelo contato que teremos o prazer em divulgar no nosso site Igreja Online!

abr
09

Maçonaria, laicismo e catolicismo

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Entrevista a Manuel Guerra, autor de «A trama maçônica»

BURGOS, terça-feira, 3 de abril de 2007 (ZENIT.org)

É verdade que existe uma conspiração maçônica? Católico e maçom, compatível? O Parlamento Europeu está dominado por maçons? São perguntas que o professor Manuel Guerra, autor de vinte e cinco livros sobre seitas e outras questões, se formulou e tenta responder nas 444 páginas de «A trama maçônica», de Styria Edições.

Manuel Guerra Gómez (Villamartín de Sotoscueva, 1931) é doutor em filosofia clássica e em teologia patrística e membro da Real Academia de Doutores da Espanha.

O professor Guerra foi presidente da Faculdade de Teologia do Norte da Espanha, sedes de Burgos e Vitória.

«O método maçônico, intimamente unido ao laicismo, reflete o relativismo historicista e conduz ao relativismo sócio-cultural promovendo-o», afirma à agência Zenit.

–A famosa conspiração maçônica com o poder é uma realidade?

–Guerra: É preciso distinguir entre maçonaria e maçons. A maçonaria enquanto tal e em teoria não aspira a possuir o poder ou, ao menos, a tê-lo ao serviço de seus princípios e interesses.

Mas, de fato, os maçons estão presentes em quase todos os organismos internacionais decisórios e nas multinacionais de poder econômico e político.

É lógico que tentem fazer presentes seus princípios ideológicos (relativismo, laicismo, gnose) onde quer que se encontrem e desde seus lugares para fora, por irradiação.

Também, no mundo anglo-saxão e nos países nórdicos, na Turquia, etc., não é que aspirem a ter o poder, é que eles são o poder.

Assim ocorre quando o rei é o Grão-Mestre da Grande Loja Unida da Inglaterra (GLUI) e das mais de 150 Grandes Lojas (uma em cada nação, nos EUA uma em cada Estado). No ano 1995, a GLUI contava com 750.000 membros em 8.000 lojas de todo o mundo.

Também, como impera o segredo, não há modo de precisar onde atuam e até onde chega seu influxo direto, muito menos o indireto.

O governo de Tony Blair impulsionou um movimento que reclama a obrigação dos maçons a declarar sua pertença à maçonaria, sobretudo se são funcionários do Estado, especialmente na judicatura e na polícia. É incomensurável a resposta de mais de 1.400 juízes ingleses que declararam voluntariamente sua afiliação à maçonaria. Evidentemente, são muitos mais.

Após o affaire da loja encoberta P2 (Licio Gelli), os funcionários italianos em determinados âmbitos da administração pública, se são maçons, estão obrigados a declará-lo ou, em caso contrário, eles se expõem a perder seu posto (lei do ano 1983 da região de Toscana com Florença como capital).


–O famoso 60% de maçons no Parlamento Europeu, é um dado certo?

–Guerra: Esta porcentagem ou uma similar é a designada por Josep Corominas, Grão-Mestre da Grande Loja da Espanha (GLE) até março de 2006. Em 9 de fevereiro de 2007, ele abandonou a GLE ainda que afirme continuar sendo maçom e deseje ser considerado como tal.

Uma nova cisão e obediência maçônica ou sua incorporação a outra das já existentes? De fato, todas as propostas familiares, bioéticas, em dissenso com a doutrina da Igreja e inclusive com a lei natural, foram aprovadas pelo Parlamento Europeu. Recorda-se também o caso do italiano Rocco Buttiglione, rejeitado pela maioria laicista.

–Em Roma se acaba de celebrar um congresso no qual se recorda a incompatibilidade entre catolicismo e maçonaria, mas se convida a dialogar com os maçons em assuntos sócio-culturais. Como se faz isso?

–Guerra: Apesar da incompatibilidade objetiva entre a maçonaria e o catolicismo, os católicos podem dialogar com os maçons em vários planos, não no que a Santa Sé, consciente dos riscos, reservou como competência exclusiva sua: «Não compete às autoridades eclesiásticas locais pronunciar-se sobre a natureza das associações maçônicas com um juízo que implique a derrogação do que foi estabelecido acima» (Declaração sobre as associações maçônicas, 26. XI. AAS 76, 1984, pág. 100).

Também convém levar em conta a realidade e as conseqüências do segredo maçônico. Como dialogar com alguém que está mascarado? Não obstante, pode dialogar-se em assuntos sócio-culturais. As religiões e as ideologias terminam por formar e conformar sua respectiva cultura, ainda que há uma base comum.

O cultural, ao menos na teoria, é um setor mais fácil para o diálogo que o especificamente religioso e ideológico. É mais cômodo estabelecer o diálogo intercultural (sobre a fome, a alfabetização, a ecologia, a saúde, a globalização, etc.) que o inter-religioso.

Mas, até neste campo, o diálogo com a maçonaria encontra sérias dificuldades, pois o laicismo maçônico, aberto ou não, pretende desprezar o especificamente religioso, o que não for comum a todas as religiões e éticas, fechando-o como em «prisão domiciliar» no foro da consciência individual e dentro dos templos.

Por isso, procura apagar os traços sócio-culturais cristãos nos países tradicionalmente cristãos, por exemplo, os «presépios» ou representações do mistério natalino e sua simbologia (estrelas com ou sem figuras dos Magos, incensários nas ruas durante o Natal, etc).

–A maçonaria é um substituto da religião?

–Guerra: A maçonaria, em sintonia com um de seus produtos, a Nova Era, prefere usar «espiritualidade», termo de ressonâncias mais subjetivas, em vez de «religião».

Os maçons, além disso, declaram-se cristãos, negam que a maçonaria seja religião. Se o afirmassem, reconheceriam sua pertença a duas religiões: a católica e a maçônica.

Mas, de fato, ao menos para muitos, especialmente para os maçons agnósticos, deístas, é um substituto da religião. Mais ainda, a maçonaria é chamada «religião» e inclusive «a religião» em escritos maçônicos e dos maçons.

–Como você se aproximou deste mundo, se é secreto?

–Guerra: Dediquei muitas horas a estudar as constituições, os regulamentos e os rituais das diferentes Obediências ou federações de lojas maçônicas, assim como a conversar com maçons e ex-maçons na Espanha e no México, também a ler livros sobre maçonaria, escritos por maçons e por não-maçons.

No México, há uns dez anos, permaneci dois verões falando diariamente sobre maçonaria com professores de suas universidades, maçons e não maçons. Dedicava as tardes a visitar centros de diferentes seitas, algumas para-maçônicas, que costumavam encontrar-se na periferia urbana.

–A maçonaria é mais um método que um conteúdo?

–Guerra: O homem, além de pensar, sente e imagina. Os sentimentos e as imaginações podem provocar interferências perturbadoras da lucidez mental. Não obstante, as idéias e crenças orientam o homem, os princípios e as instituições humanas, ao mesmo tempo que as conformam. Mas para alcançar a meta, é necessário utilizar o «método» adequado.

Precisamente a etimologia grega desta palavra designa o «caminho» (g. odós) que deve percorrer-se para chegar «mais além» (gr. Met), ou seja, à meta. Na maçonaria, seu método alcança a máxima categoria e eficácia, pois, de fato, converteu-se em um de seus «princípios», talvez o básico e configurador dos outros.

Precisamente o método maçônico é um dos motivos pelo qual a maçonaria é incompatível com a doutrina cristã.

O método maçônico, intimamente unido ao laicismo, reflete o relativismo historicista e conduz ao relativismo sócio-cultural, promovendo-o.

Alain Gérard, um dos dirigentes do Grande Oriente da França, reconhece que «a maçonaria é somente um método». Segundo ele, um maçom pode ter «opiniões», ou seja, crenças próprias de uma religião determinada, mas o método maçônico o obriga a «questionar» suas opiniões e a aceitar a possibilidade de que sejam declaradas falsas se forem superadas em uma síntese de razões mais sólidas e com o apoio da maioria.

«Não existe uma verdadeira posta em discussão se previamente se declara que, seja qual for o resultado da discussão, há pontos nos quais um estará sempre convencido de ter razão», afirma.

Daí a alergia maçônica aos dogmas e às religiões qualificadas de dogmáticas, reveladas, especialmente a cristã.

Daí também que os maçons tendam a considerar a democracia como uma obra da maçonaria e o método democrático (aprovação por maioria de votos) como algo co-natural ao maçônico, que o estende a todas as realidades, também à verdade, ao bem, etc.

Precisamente o atual Grão-Mestre do Grande Oriente da França, Jean Michel Quilardet, em declarações a «La Voz de Asturias» (20 de janeiro de 2007, Oviedo/Espanha) reconhece: «Pode-se pensar que existe uma democracia não leiga (= não laicista, não maçônica), mas a minha forma de ver e segundo meu pensamento, o laicismo é um avanço na democracia». Conseguintemente, os democratas, que não são laicistas ou maçons, se são democratas, são como de segunda categoria.

–Os maçons são uma minoria criativa. Os cristãos também?

–Guerra: Evidentemente, os maçons não monopolizam a criatividade. Ainda que de diferente forma, corresponde também, em não menor grau, aos cristãos com a ajuda da graça divina e o influxo do Espírito Santo.

Para comprová-lo, basta repassar a história da Igreja e sua adaptação evangelizadora às circunstâncias sócio-culturais tão mutáveis nos dois mil anos de sua existência. «A mão ou o poder de Deus não se recortou» (Is 59, 1) em nossos dias.

Quando, há poucos anos, João Paulo II chamava os Movimentos eclesiais de «florescimento primaveral», «novo Pentecostes», «dom particular do Espírito Santo à Igreja em nosso momento histórico», inicialmente o atribuía à sua grande bondade.

O bom, o santo, não vê senão bondade em tudo, como o avarento descobre lucro e o luxurioso, prazer sexual.

Quando tive de realizar um estudo, «Os movimentos eclesiais na Espanha» (Real Academia de Doutores da Espanha, «O estado da Espanha», 2005, páginas. 80-94) e descobri a realidade, fiquei impressionado. Que criatividade a dos filhos da Igreja, movidos e inspirados pelo Espírito Santo, em nossos dias!

Como ficariam a Igreja e o mundo se os Movimentos eclesiais, as obras docentes e assistenciais, etc., desaparecessem como por arte mágica, deixando uma espécie de gigantesco «buraco negro» na galáxia eclesial e na sócio-cultural?

abr
09

Homilia de Páscoa - de São João Crisostomo

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Quem tiver piedade e amor a Deus, regozige-se nesta gloriosa e brilhante festa. Quem for servo bom, entre e alegre-se no gozo de seu Senhor. Quem suportou a fadiga do jejum, receba agora a recompensa; quem trabalhou desde a primeira hora, receba hoje o seu justo salário. Quem veio após a terceira hora, festeje com gratidão. Quem chegou após a sexta hora, entre sem hesitar, porque não será renegado. Quem atrasou-se até a nona hora, venha sem receio e medo.

Quem chegou somente na décima primeira hora, não tenha medo por causa de sua demora, porque o Senhor é generoso. Acolhe o ultimo como o primeiro; remunera o operário da décima primeira hora como o da primeira; cobre um com sua misecórdia e outro com sua graça. é generoso com um e ao outro concede; aceita as obras e abençoa a intenção, recompensa o trabalho e louva a boa vontade.

Entrai pois todos no gozo de nosso Senhor. Primeiros e ultimos, recebei a recompensa; ricos e pobres, alegrai-vos juntos; justos e pecadores, honrai este dia; os que jejuaram e os que não jejuaram, regozijai-vos uns com os outros; a mesa é farta; saciai-vos á vontade; o vitelo é gordo, que ninguém se retire com fome; participem todos do banquete da fé, que todos recebam a riqueza da graça; que ninguém se constranja da pobreza, porque o reino universal foi proclamado; que ninguém chore por causa de seus pecados, porque o perdão jorrou do tumulo. Que ninguém tema a morte, porque a morte do Salvador nos libertou a todos.

O salvador destruiu a morte, quando a ela se submeteu; despojou o inferno quando nele desceu. o inferno tocou seu corpo e foi aniquilado. Foi isto que profetizou Izaias, exclamando: o inferno ficou aflito ao encontrar-te; aflito, pois foi arruinado; aflito e menosprezado; foi executado e menosprezado; aflito pois foi subjugado. Agarrou um corpo e encontrou um Deus; apossou-se da terra e achou-se diante do céu. Pegou o que viu, e caiu naquilo que não viu. Onde está o teu aguilhão, ó morte! Onde está a tua vitória, ó inferno? Cristo ressuscitou e foste arrazado; Cristo ressuscitou, e os demonios foram vencidos; Cristo ressuscitou e os anjos rejubilam-se; Cristo ressuscitou e a vida foi restituida; Cristo ressuscitou e não ficou mais nenhum morto no tumulo, porque Cristo pela sua ressureição dos mortos tornou-se primaz dentre os mortos. A êle a glória e o poder pelos séculos dos séculos. Amem.
Cristo ressuscitou!

Figuras da Páscoa no Antigo Testamento

O sacrifício do cordeiro pascal; a salvação dos primogênitos israelitas com o sangue dele (Gen. 12).
A passagem milagrosa dos israelitas no Mar Vermelho e a salvação da escravidão egípcia (Exo.14:22).

A legislação no Monte Sinai 50o dias após a saída do Egito e a conclusão da aliança com Deus (Exo. 19).

O maná enviado pôr Deus (Exo. 16:14).

A peregrinação de 40 anos pelo deserto e as diversas provações, as quais reforçaram nos israelitas a fé em Deus. A colocação da serpente de bronze. O hebreu que a olhasse era salvo de ser mordido pôr serpentes venenosas

(Num. 21:9).
A entrada dos hebreus na terra prometida


A Páscoa no Novo Testamento

A crucificação do Cordeiro de Deus, por Cujo Sangue fomos remidos e nos foram abertas as portas do céu. A sua ressureição gloriosa ao terceiro dia - isto é a passagem deste mundo para a glória eterna (1 Ped. 1:19).

O batismo na água e a salvação da escravidão do demônio (1 Cor. 10:1-2; veja também em Romanos Cap 6 e 7).

A vinda do Espírito Santo Paráclito sobre os Apóstolos 50 dias após a Páscoa (Atos, cap. 2).

A instituição da Santíssima Eucaristia como Manjar Celestial - O Corpo e Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo (S. João cap. 6).

A promessa da vida eterna no céu; a nova Jerusalém.

(2 Ped. 3:13).

PARA REFLETIR …

Oh, Páscoa, Magnífica e Sagrada, Oh, Cristo! Força e palavra de Deus! Permita a nós nos unirmos completamente a Tí no dia infinito do Teu Reino (Cor. 5:7; 13:12).

Oh, como é divina, dócil e maravilhosa a Tua palavra, Oh Cristo! Tu prometeste estar conosco até o fim do mundo. Tendo esta esperança de apoio, nós, crentes, nos alegramos (Mat. 28:20).

Ontem eu fui sepultado conTigo, Oh Cristo, e hoje eu me ergo conTigo ressuscitado; ontem eu fui crucificado conTigo. Glorifica-me. Oh Salvador, em Teu Reino (Rom. 6:3-4).

Nós celebramos a mortificação da morte, a destruição do inferno, o início de outra vida, a vida eterna e saltamos de alegria e glorificamos o Responsável por tudo, o único Deus dos homens, Abençoado e Glorioso (Ose. 13:14).

abr
03

Campanha contra Lei da “Homofobia”

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Ajude a derrotar a votação da lei que penaliza a discriminação por orientação sexual em todo o Brasil. Basta mandar um e-mail. Saiba como e porque…

1) O projeto de lei PLC nº 122, de 2006 que criminaliza – na forma de delito de opinião – manifestações contra o homossexualismo tramita no Senado e atualmente encontra-se em exame na Comissão de Direitos Humanos e tem Fátima Cleide (PT-RO) como relatora.

2) Um pai tem o direito de educar seus filhos de acordo com sua consciência, ensinando a eles que o homossexualismo é errado. É uma invasão à intimidade do lar pretender coibir, por lei, esse tipo de orientação. O sacerdote no púlpito também deve poder manifestar-se sobre o comportamento sexual, “já que são garantidos pela Constituição brasileira os direitos de culto e à liberdade religiosa”.

3) O homossexualismo “é claramente antinatural”, e tanto os pais quanto os religiosos não podem prescindir do direito de orientar seus filhos e fiéis sobre o que seria “correto no que se refere à escolha sexual”.

4) É importante que os senadores percebam como é prejudicial para a sociedade, para a família e para o direito de liberdade religiosa a aprovação desta lei. A melhor forma de sensibilizar os políticos é enviando e-mails. Você pode tanto copiar o texto abaixo ou escrever seu próprio texto contra a aprovação da lei. Basta enviar um e-mail para os senadores da Comissão de Direitos Humanos do Senado (os links estão logo abaixo).

MODELO:

Prezado Senador / Prezada Senadora
Assunto: Manifesto Contra PLC nº 122, de 2006

Venho por meio deste manifesto público solicitar seu apoio contra a aprovação do Projeto de Lei em epígrafe.

Solicito encarecidamente que seja respeitado o direito individual de cada brasileiro decidir a sua opção sexual, que seja respeitado o direito de o homossexual ir e vir, de não sofrer violência, de trabalhar dignamente.

Mas que seja respeitado também, no mesmo nível, o direito e dever legal de um pai educar seus filhos no caminho ditado por sua própria consciência, que foi o de formar família e de poder dizer que homossexualismo é errado. Ou o direito de um sacerdote, do púlpito, ensinar segundo a sua crença religiosa que homossexualismo é pecado. Porque é garantido pela Constituição brasileira o direito de culto, a liberdade religiosa, e arrancar da Bíblia a palavra escrita por Moisés que nos adverte, há milênios, que o homem que deita com outro homem como se fosse mulher comete diante dos olhos de Deus uma abominação.

Neste sentido, votar contra do PLC 122/2006, Vossa Excelência contribuirá para a construção de um Brasil embasado nos princípios morais de família, de sociedade e liberdade religiosa. Um país sólido que preza pela plenitude dos direitos de todos seus cidadãos e, não somente de uma minoria, e assim respeita a diversidade e os direitos de todos e promove a paz.

À sua disposição.

Agradecidamente.

E-mails dos senadores da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (selecione o grupo de e-mails para enviar):

flavioarns@senador.gov.br, fatima.cleide@senadora.gov.br, paulopaim@senador.gov.br, patricia@senadora.gov.br, inacioarruda@senador.gov.br, leomar@senador.gov.br, geraldo.mesquita@senador.gov.br, paulo.duque@senador.gov.br, wellington.salgado@senador.gov.br, gilvamborges@senador.gov.br, demostenes.torres@senador.gov.br, eliseuresende@senador.gov.br, romeu.tuma@senador.gov.br, jonaspinheiro@senador.gov.br, arthur.virgilio@senador.gov.br, cicero.lucena@senador.gov.br, papaleo@senador.gov.br, cristovam@senador.gov.br, josenery@senador.gov.br

E-mails dos Demais Senadores (selecione e envie cada grupo com 15 e-mails por vez):

acm@senador.gov.br, antval@senador.gov.br, adelmir.santana@senador.gov.br, alfredon@senador.gov.br, almeida.lima@senador.gov.br, augusto.botelho@senador.gov.br, cesarborges@senador.gov.br, delcidio.amaral@senador.gov.br, crivella@senador.gov.br, marco.maciel@senador.gov.br, edison.lobao@senador.gov.br, ecafeteira@senador.gov.br, eduardo.azeredo@senador.gov.br, eduardo.suplicy@senador.gov.br, efraim.morais@senador.gov.br

expedito.junior@senador.gov.br, fernando.collor@senador.gov.br, flexaribeiro@senador.gov.br, francisco.dornelles@senador.gov.br, garibaldi.alves@senador.gov.br, gerson.camata@senador.gov.br, heraclito.fortes@senador.gov.br, ideli.salvatti@senadora.gov.br, j.v.claudino@senador.gov.br, joaquim.roriz@senador.gov.br, jarbas.vasconcelos@senador.gov.br, jayme.campos@senador.gov.br, jefperes@senador.gov.br, joaodurval@senador.gov.br, joaoribeiro@senador.gov.br

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abr
03

FOTOS SEMEAR!!!

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Finalmente estão “no ar” as fotos do Semear 2007.

Confira e divulgue!

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