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ARTIGOS DOS LEITORES 01 - Por que é tão difícil ser Católico?

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Artigo enviado através da página “Escreva seu artigo” por Rafael Maluf Farhat, no dia 30/08/07

Por que é tão difícil ser Católico?
Por que é tão difícil permanecer Católico?
Por que é tão difícil a conversão ao Catolicismo?

Todos nós temos algumas predileções, como uma cor favorita, sem que necessariamente as outras cores não tenham para nós uma relativa importância. Nós não as desprezamos. São apenas menos prediletas. Às vezes temos até duas cores mais importantes. Até três!! O mesmo acontece com o modelo de carro, com o tipo de roupa, com o gosto musical, etc…
Enquanto estes graus de importância ou predileção acontecem em pequenas coisas de nosso cotidiano, sem problemas para nós Católicos.
O problema se inicia quando, intencionalmente ou não, transfere-se esse sistema de opções para a prática de nossa religião.
A adesão a Jesus Cristo e à ÚNICA Igreja por Ele criada não permite predileções. Esta adesão deve ser total (“Aquele que não é por mim, diz Cristo, é contra mim”. MT 12,30).
Daí a grande dificuldade em ser Católico…

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Aborto de feto saudável por erro…

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A eugenia impõe suas leis.

Comentário de «L’Osservatore Romano» a um dramático caso ocorrido na Itália
CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 27 de agosto de 2007 (ZENIT.org).- «L’Osservatore Romano», o jornal da Santa Sé, considera que o aborto por erro de uma menina, ao invés de sua irmã gêmea com síndrome de Down, mostra que «a eugenia impõe suas leis».

O jornal vaticano, na edição italiana que estará nas bancas nesta terça-feira, comenta o caso e o atribui à «cultura da perfeição, que impõe a exclusão de tudo o que não parece belo, resplandecente, positivo, cativante».

«E o que resta é o vazio, o deserto de uma vida sem conteúdos, ainda que estiver perfeitamente confeccionada», reconhece.

Um hospital italiano confirmou neste domingo que, durante um aborto seletivo por uma alteração cromossômica em um de dois gêmeos, a equipe médica a cargo da intervenção eliminou equivocadamente o feto saudável.

O hospital São Paulo, de Milão, explicou que se tratou de «uma terrível fatalidade», dado que os embriões, que estavam no terceiro mês de sua gestação, mudaram de posição na placenta antes da intervenção.

Segundo informou o hospital, os médicos conheciam só a posição do embrião enfermo, já que as ecografias realizadas antes da intervenção mostravam que ambos bebês eram morfologicamente iguais, pelo que não apresentavam diferença alguma.

Mas antes da intervenção, mudaram de posição e o feto saudável se situou no lugar que ocupava o gêmeo com a alteração cromossômica.

A polícia de Milão iniciou uma investigação para elucidar as circunstâncias do acontecimento, mas sem fazer referência a indagações nem a hipóteses de delito, segundo deram a conhecer a mídia local nesta segunda-feira.

Com o título «Não há direito», «L’Osservatore Romano» constata que no final «morreram duas meninas, assassinadas como conseqüência de um aborto seletivo».

«Uma decisão radical levou a repetir o aborto da irmãzinha que havia ficado com vida», a menina com síndrome de Down.

Mas ninguém, segundo o diário vaticano, «tem direito de eliminar outra vida. Nenhum homem tem direito de tomar o lugar de Deus. Por nenhum motivo».

«E, contudo, inocentes continuam morrendo. Suas palavras não pronunciadas, seus sorrisos nunca expressados, seus olhares nunca acolhidos, contiunuam suscitando desdém, ou ao menos as necessárias, profundas e sérias reflexões.»

«É uma decisão ilegítima, ainda que esteja autorizada pela lei, como acontece na Itália», acrescenta.

Comentando a notícia do aborto, o bispo Elio Sgreccia, presidente da Comissão Pontifícia para a Vida, fez um chamado a acolher toda vida humana.

«Só com este ato fundamental da parte de todas as pessoas interessadas, alcança-se a verdadeira serenidade, a verdadeira paz da consciência e o verdadeiro bem da sociedade», esclareceu nesta segunda-feira em declarações à «Rádio Vaticano».

«Temos de sentir-nos interpelados, todos, por este e por outros muitos casos que se repetem diariamente, para assumir um compromisso novo e diferente pelo respeito da vida humana desde o primeiro momento, pois estas criaturas têm a mesma dignidade que nós.»

«E no caso de que padeçam alguma enfermidade, simplesmente têm um motivo a mais para ser ajudadas», conclui.

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27

Mártires da Igreja 12 - Os Quarenta Mártires de Sebástia (Armênia menor)

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Temos, sobre estes mártires, alguns discursos dos capadócios Basílio e Gregório de Nissa e outros do sírio Efrém, todos de particular autoridade pela proximidade entre as regiões dos informantes e aquela onde aconteceu o martírio. A “Paixão” tem uma autoridade muito pequena, mas o “testamento” coletivo que redigiram, pouco antes de morrer, deve ser considerado autêntico. O martírio deu-se em 320, durante a perseguição de Licínio.
“Estavam alistados numa legião de guarda de fronteira: parece certo que fosse a XII legião, a Fulminada, que participara da conquista de Jerusalém no ano 70, e, em seguida, fora deslocada para o Oriente, com sede em Melitene, na Armênia Menor.
Existia uma espécie de tradição cristã no interior dessa Legião, porque ela tinha contado com cristãos em suas fileiras já no século III, e talvez antes; outras ligações com cristãos, através de amizades e parentela, deviam ter surgido durante a permanência na Armênia, onde eram muitos os cristãos. O martírio aconteceu ao norte de Melitene, na cidade chamada Sebástia (mais exato do que Sebaste), onde talvez a legião mantivesse um grande destacamento. Os quarenta eram muito jovens, mais ou menos pelos vinte anos; em seu “testamento”, no qual enviam uma última saudação aos seus caros, só um saúda a mulher com o filhinho e apenas um, a noiva, enquanto os demais saúdam os pais vivos: deveriam estar ainda, em geral, na primeira juventude.
Quando chegou ao acampamento a ordem de Licínio para que os soldados participassem dos sacrifícios idólatras, eles recusaram-se decididamente; foram presos uns aos outros por uma só corrente, muito longa, e, em seguida, fechados na prisão.
A prisão prolongou-se por muito tempo, provavelmente porque se esperavam ordens de comandantes superiores ou ainda - dada a gravidade do caso - do próprio Licínio. Os prisioneiros, à espera, prevendo o próprio fim, escreveram o seu “testamento” coletivo pela mão de um deles, um certo Melézio.
Os destinados à morte exortam, no documento insigne, profundamente cristão, parentes e amigos a se despreocuparem dos bens caducos da terra para preferirem os bens ultra terrenos; cumprimentam em seguida as pessoas que lhes eram mais caras; enfim, prevendo que surgiram disputas entre os cristãos pela posse de seus corpos - como já acontecera no passado com as relíquias dos mártires - eles dispõem que seus restos sejam sepultados todos juntos na vila de Sarein, perto da cidade de Zela. O documento traz, como de costume, os nomes de todos os quarenta testadores, e de aqui os nomes foram recopiados em outros documentos, com pequenas divergências de grafia.
Chegada a sentença de condenação, os quarenta foram destinados à morte por assideração: deviam ser expostos nus durante a noite, no auge do inverno, sobre um reservatório gelado de água, e aí esperar o próprio fim. O lugar escolhido para a execução parece ter sido um amplo pátio diante das termas de Sebástia, onde os condenados seriam subtraídos à curiosidade e simpatia do público e, ao mesmo tempo, vigiados pelos funcionários das termas.
Existia no pátio, um amplo reservatório d’água, uma espécie de charco, que estava em comunicação com as termas. Basílio disse que o lugar estava no centro da cidade, e que a cidade era próxima ao reservatório: talvez a reserva d’água a serviço das termas, não fosse senão uma derivação de um verdadeiro lago externo.
Mais tarde, foi construída uma igreja no lugar do martírio, e parece que justamente nessa igreja Gregório de Nissa tenha recitado os seus discursos em honra dos mártires.
Na camada gelada, numa temperatura baixíssima, os tormentos dos corpos nus deviam ser assustadores. Para aumentar os espasmos, fora deixada aberta a bela porta de ingresso às termas, por onde saiam, com a luz, os jatos de vapor do calidarium: tratava-se de uma poderosa visão para os que estavam sofrendo, porque bastariam poucos passos para sair dos tormentos e retomar aquela vida que saia aos poucos de seus corpos, minuto a minuto. Havia, porém, no meio, uma barreira insuperável: o Cristo invisível, que eles teriam que renegar.
As horas passavam terrivelmente monótonas: nenhum dos condenados afastava-se da extensão gelada; o vigia das termas assistia à cena como que sonhando acordado. Num dado momento, um dos condenados, extremado pelos espasmos arrastou-se na direção da porta iluminada: aí, porém, por um normal fato fisiológico, morreu envolvido pelos vapores quentes. Àquela visão, o vigia, num ímpeto de entusiasmo, decidiu substituir o pusilânime, reintegrando o número dos quarenta: livrando-se das roupas, proclamou-se cristão e estendeu-se sobre o gelo entre os outros condenados.
A manhã do dia seguinte iluminou uma extensão de cadáveres. Um só continuava vivo: era o mais jovem, um adolescente a quem algum documento dá o nome de Melitão. A tenacidade por viver assombrou sua mãe, cristã de fé admirável que esteve presente quando os cadáveres foram carregados sobre o carro para serem levados à cremação: ao ver seu filho deixado de lado porque ainda estava vivo, ela tomou-o entre os braços e levou-o por si mesma ao carro, para que a sua criatura não fosse defraudada do coro comum. Aqueles braços que alguns anos antes o tinham carregado como criança lactante, carregavam-no como agora atleta triunfante. Naquele amplexo materno, o adolescente expirou.

O vigia convertido é chamado Agláios em alguns documentos. Comparações feitas, confrontando os vários testemunhos levaram a suspeitar que o pusilânime que abandonou o combate e morreu às portas das termas, fosse justamente Melézio, o escritor do “testamento”; mas isso é apenas conjectura.


A narração deixa lugar a dúvidas quanto a alguns particulares, mas em seu conjunto pode ser aceita com segurança.


A veneração dos Quarenta Mártires foi muito popular no oriente. Também no ocidente, no final do mesmo século, fala deles Gaudêncio de Bréscia, que era particularmente informado das coisas do oriente. Além disso, em Roma, cenas do martírios deles ainda são conservadas num afresco do século VII-VIII; o afresco está num oratório anexo à igreja de Santa Maria Antiga no Fórum Romano (de Giuseppe Ricciotti, L’Era dei Martiri, Coletti editore, Roma, 1953, pp. 268-70).

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21

A Avareza

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A Avareza (1)

A avareza é a raiz de todos os males e nutre, como arbustos malignos, as demais paixões, não permitindo que estas se sequem, eis que florescidas daquela.

Quem deseja exterminar as paixões, que arranque a raiz; se para o bem tu podas os ramos, a avareza, porém, permanece; [esta providência] não te servirá de nada, porque estes [ramos], apesar de terem sido cortados, rapidamente florescem.

O monge rico é como um navio extremamente carregado que é atingido pelo ímpeto de uma tempestade; assim como um navio que deixa entrar a água é posto à prova por cada onda, também o rico se vê submergido pelas preocupações.

O monge que não possui nada é, ao contrário, um viajante ágil que encontra refúgio em todos os lados. É como a águia que voa alto e que desce somente para buscar o seu alimento quando necessita; está acima de qualquer prova, ri do presente e se eleva às alturas, afastando-se das coisas terrenas e juntando-se às celestes; tem, efetivamente, asas ligeiras, jamais carregadas pelas preocupações; sobrepassa a opressão e deixa o lugar sem dor; a morte chega e ele vai com ânimo sereno; a alma, com efeito, não está amarrada a nenhum tipo de atadura.

Quem, ao contrário, muito possui, se submete às preocupações e, como o cão, está preso à corrente e, se é obrigado a ir embora, leva consigo, como um grave peso e inútil aflição, a lembrança das suas riquezas, é vencido pela tristeza e, quando pensa nisso, sofre muito em perder as riquezas e se atormenta com o desânimo.

E quando lhe chega a morte, abandona miseravelmente suas tendências, entrega a alma, embora o olho não abandone os negócios; de má vontade é arrastado como um escravo fugitivo; se separa do corpo, mas não dos seus interesses, porque a paixão o atinge mais do que o arrasta.

O mar jamais se enche, embora receba a grande massa de água dos rios; da mesma maneira, o desejo de riquezas do ávaro jamais se sacia: ele o duplica e, imediatamente, deseja quadruplicá-los e não cessa jamais esta multiplicação, até que a morte venha pôr fim a tal interminável pretensão.

O monge sensato terá cuidado das necessidades do corpo e proverá com pão e água o estômago indigente; não adulará os ricos pelo prazer do ventre, nem submeterá sua mente livre a muitos senhores; com efeito, as mãos são sempre suficientes para satisfazer as necessidades naturais.

O monge que não possui nada é como um lutador que não pode ser golpeado fortemente e um atleta veloz que alcança rapidamente o prêmio do convite celeste.

O monge rico se regozija nas muitas rendas, enquanto que o que nada tem se regozija com os prêmios que vêm das coisas bem obtidas.

O monge ávaro trabalha duramente, enquanto que o que nada possui dedica seu tempo para a oração e a leitura.

O monge ávaro enche os buracos de ouro, enquanto que o que nada possui acumula tesouros no céu.

Seja maldito aquele que forja o ídolo e o esconde, da mesma forma que aquele que é afeto à avareza; com efeito, o primeiro se prostra diante do falso e inútil, e o outro carrega em si a imagem (2) da riqueza, como um simulacro.

—–

Por Evágrio Pôntico

Tradução: Carlos Martins Nabeto

Fonte: VE Multimedios

Notas:

1. Philargyria, ou amor ao ouro, ao dinheiro. Evágrio dá especial importância a este vício e apresenta seu demônio como particularmente astuto, pois apresenta ao monge uma série de raciocínios que fazem parecer a acumulação de bens como um ato de sensatez e prudência.

2. Para Evágrio, o apaixonado possui no coração a imagem do objeto que o domina.

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20

Corpos Incorruptos

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http://www.cot.org.br/igreja/corpos-incorruptos.php

Veja alguns exemplos de santos que tiveram seu corpo preservado após a morte:

No site Igreja Online, você encontrará a vida de cada um desses santos homens e mulheres de Deus além de algumas fotos de outros santos que não conseguimos encontrar dados sobre suas vidas.

http://www.cot.org.br/igreja/corpos-incorruptos.php

ago
20

Anistia Internacional diz “adeus” aos católicos

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.- A organização Anistia Internacional “disse definitivamente adeus aos católicos”, assinalou esta semana o Bispo católico britânico Michael Evans, ao comentar a decisão da organização de converter-se em promotora do aborto a nível mundial, ao concluir na semana passada sua reunião na Cidade do México.

Ao concluir sua reunião de coordenação na capital mexicana com um comunicado onde reafirma a decisão de deixar a posição neutra em relação ao aborto e converter-se, adiante, em promotora do “direito” ao aborto das mulheres nos países onde ainda o assassinato de nascituros é ilegal.

Dom Evans, Bispo de East Anglia na Inglaterra, e até agora um dos mais importantes líderes católicos membros de Anistia Internacional, assinalou em uma nota de imprensa que a decisão pró-abortista marca a ruptura definitiva com o espírito de seu fundador, o converso católico britânico de 46 anos Peter Benenson, que criou a organização com o apoio do Vaticano e com uma postura inicial pró-vida.

“Esta lamentável decisão quase com segurança dividirá os membros da Amnesty e em conseqüência escavará seu vital trabalho em favor dos torturados e os prisioneiros de consciência,” adiciona o Prelado. “Entre todos os direitos humanos, o direito à vida é fundamental. O compromisso para trabalhar para ‘proteger o ser humano’ só se verá posto profundamente em risco por qualquer tipo de apoio ao aborto”.

Dom Evans assinala também que a Igreja católica compartilha com a Amnesty um firme compromisso contra a violência contra a mulher, mas “não pode compartilhar a violência cometida pelo aborto contra a mais vulnerável e indefesa forma de vida humana no ventre de uma mulher”.

No comunicado, o Prelado anuncia sua renúncia como membro há 31 anos à Amnesty e alenta aos católicos de seu país a expressarem à organização a mesma mensagem de rechaço a sua nova política.

Não existe direito humano ao aborto e Amnesty se manteve a margem inclusive nos casos que considera extremos”, diz Dom Evans, quem conclui assinalando que sua renúncia à organização convertida em abortista não implica que deixará de lutar pessoalmente contra a tortura e a favor da liberdade dos prisioneiros de consciência no mundo.

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V Caminhada com Maria

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Estivemos presente fazendo a cobertura da V Caminhada com Maria!

Segundo estatísticas da polícia, cerca de 1,5 milhões de pessoas participaram desse evento, o qual foi animado pela Banda COT.

Na catedral, uma cadete do corpo de bombeiros pendurada num guindaste realizou a coroação da imagem de Nossa Senhora da Assunção a mais de 10 metros de altura. A caminhada encerrou com a benção do nosso bispo Dom José Antonio Tosi Marques, um dos idealizadores da Caminhada com Maria.

Assista a um dos vídeos gravados pela equipe do Portal COT, mostrando a multidão de pessoas que lotaram a avenida Leste Oeste em Fortaleza!

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16

Vitória sobre os sofrimentos

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O abade Pastor dizia: “Quaisquer que sejam os teus sofrimentos, a vitória sobre eles está no silêncio”.

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ARTIGO 101 - Números do Blog COT

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No dia 16 de Fevereiro de 2007 inauguramos o Blog COT!
Hoje, quase seis meses depois, alcançamos a marca de 100 artigos! E aproveitamos para mostrar alguns números desse blog que foi criado é usado para o progresso do evangelho:

Esperamos bater a marca dos 200 artigos mais rapidamente ainda. Contamos com a sua participação acessando, comentando e divulgando!

Blog COT! Mais uma nova maneira de evangelizar!

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Campanha da Superação

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A COT precisa de você!

Estamos lançando a segunda Campanha da Superação, pois Deus nos convida mais uma vez a nos superarmos, sairmos de nós mesmos e entregar a Ele o nosso esforço, a nossa dedicação, a nossa vida.Temos consciência de que o que Deus nos deu é nosso e ninguém pode tirar. Ele nos deu nossa Casa de Retiros e nos deu coragem, inteligência e boa vontade para conseguirmos os meios para adquirir nossa casa.Por isso pedimos a sua ajuda. Se você pode, faça sua doação e ajude nossa obra de evangelização.

A palavra de Deus diz: “Todo aquele que der ainda que seja somente um copo de água fresca a um destes pequeninos, porque é meu discípulo, em verdade eu vos digo: não perderá sua recompensa.” (Mt 10, 42)
Saiba como ajudar pelo telefone: (85) 3214-1664

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