set
30

Retiro para Coordenadores

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Os coordenadores de grupos, projetos e ministérios da obra COT estiveram reunidos em retiro este final de semana, intercedendo por toda a igreja, recebendo alimento espiritual e pedindo perdão pelas nossas falhas diante de Deus.

Deus falou muito aos nossos corações. Percorremos o caminho de Deus, aonde recebemos orações de todos os nossos irmãos para vivermos uma verdadeira santidade!

Convidamos a quem participou do retiro a partilhar algo do seu coração…

set
27

Notícias da Igreja - Site com novo visual

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Para quem não viu ainda, atualizamos ontem o layout da página de Notícias da Igreja!

Notícias da Igreja

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set
26

Santa Liduína de Schiedam, padroeira e modelo dos pobres doentes

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“Bem-aventurados os que sofrem, diz a Verdade Eterna, porque serão consolados. Jesus confiou, diz São Bernardo, a diversos santos, diversas funções. A São João confiou a Virgem Maria; a São Pedro a Igreja; confiou Sua alma a Seu Pai, mas reservou a Si o ofício de enxugar as lágrimas com a mesma mão delicada, que foi pregada na cruz. Felizes os olhos que tiverem chorado até se esgotar, para merecerem semelhante felicidade! Coragem! Amemos nossas cruzes, diz São Francisco de Sales, são de ouro, vistas com os olhos do amor. O tempo das aflições é o da boa colheita, em que a alma ceifa as mais ricas bênçãos do céu. Assim como as flores crescem entre os espinhos, o amor divino cresce, de preferência, mais entre as tribulações do que entre as alegrias.”

Assim podemos começar a narrar a linda história da vida da serva de Deus, Liduína de Schiedam.
Liduína nasceu em Schiedam, pequena cidade da Holanda, em 18 de março de 1380, um Domingo de Ramos. Como um costume dos tempos antigos, a menina foi batizada no mesmo dia, tendo recebido dos pais, Pedro e Petronilia, o nome de Liduína, que significa sofrer largamente, um anúncio da grande missão que teria durante a vida.

Liduína era a única mulher entre oito irmãos de uma família pobre, mas humilde e temente a Deus. Seus pais a educaram dentro de um grande amor a Deus e à Igreja e desde cedo se manifestou na menina a devoção a Nossa Senhora. Conta-se que uma imagem da Virgem seria transportada de Schiedam para outra cidade e sendo muito pesada, os mais robustos marinheiros não a conseguiram embarcar no navio. Todos os que viram esse prodígio perceberam que Deus não queria que a imagem fosse retirada dali. Sendo colocada em uma Igreja, todos os dias a menina Liduína ia visitá-la passando longas horas, o que chegava a afligir sua mãe. Um dia, tendo demorado mais que o costume, sua mãe aflita a repreendeu por sua longa ausência e ela disse: “mãezinha, não te zangues, fui saudar Nossa Senhora, ela me sorriu e me saudou também.” Um dos mais belos sinais de predileção e amor que essa jovem já alcançara de Deus e da Virgem Maria.

A jovem crescia em estatura e encantadora beleza, o que atraiu muitos pretendentes da região, que procuraram seu pai para pedi-la em casamento. Mas a jovem Liduína já possuía no coração o desejo ardente de entregar-se somente a Deus e só a Ele possuir como esposo. O pai, um homem de Deus, percebendo o desejo da filha a respeitou e a jovem temendo sofrer com perseguições dos rapazes faz uma oração a Deus, que seria logo atendida pelo seu Amado. Ela pede que Deus a mande uma doença que a torne tão feia e disforme que faça horror a todos os pretendentes.

Assim, começam a surgir os primeiros espinhos na vida desta flor. Santa Liduína é toda de Jesus e por isso Ele começa a cultivá-la. Ela era uma moça jovem, bela, forte e sadia e tudo isso se transforma e ela começa a adquirir doenças que mudam totalmente seu aspecto. Ela sofre um acidente em que quebra uma das costelas e esse é o início do seu longo calvário e das dores que levaria até o fim da vida.
O martírio do corpo transforma-se em símbolo de amor e entrega a Deus. Como um Cordeiro, ela se entrega em holocausto pelas vítimas dos pecados que assolam a humanidade. A vida dos santos é marcada por essa profunda identificação com a Paixão de Jesus Cristo e Sua dolorosa via sacra e crucificação.

Assim como Jesus, que sofreu o martírio por amor à humanidade e aceitou todos os sofrimentos por expiação dos pecados do mundo inteiro, assim Santa Liduína compartilhou dos sofrimentos do Seu Amado e a eles se entregou de corpo e alma.

Nenhum dos mais famosos médicos de seu tempo pode explicar a causa das diversas doenças que tomaram o corpo da pobre santa. Um espetáculo de horrores foi o que se transformou seu corpo, coberto de chagas, de vermes, de feridas que causavam dores horríveis e assim o Corpo de Cristo foi glorificado através dos inúmeros casos de milagres que se realizaram através de sua santa intercessão.

Um dos mais célebres médicos de seu tempo afirmou: “não há médico no mundo que cure esta doença, porque ela é obra de Deus. Deus operará tais maravilhas nesta criatura, que eu daria o peso de ouro pela cabeça dela, para ser pai de semelhante filha.”

Deus não dá a seus filhos sofrimentos maiores do que eles possam suportar. Assim Ele o fez com a santa, que constantemente era consolada pela presença do anjo da guarda e com visões celestiais. Mesmo padecendo das mais terríveis dores, Santa Liduína era doce e amável e atendia a todos aqueles que se dirigiam a ela pedindo palavras de consolo e cheios de arrependimento por seus pecados.

Ainda sofrendo as dores do corpo, ainda a ferem as dores da alma, pois perdendo todos os seus entes queridos, o pai, a mãe e alguns parentes próximos, Santa Liduína mergulha na mais profunda aridez na alma e fica sem receber nenhuma consolação. Pedindo a Deus que não a abandonasse nem esquecesse, ela recebe a divina consolação de receber em seu leito a imagem da Virgem que, quando criança, ia tantas vezes visitar.

Desse modo, a santa viveu quase quarenta anos sem sair da cama, pois nela viveu sua cruz e seu doce martírio. Um dia, recebeu a visita do Menino Jesus, da Virgem Maria e dos anjos trazendo consigo os instrumentos da Paixão de Jesus. O Menino Jesus se transforma no Cristo Crucificado e transfere a ela os estigmas, sinal do Seu amor às almas que com Ele desejam amar até o sofrimento.

Mais ainda não era tempo de estar com Jesus do Paraíso. O reino do Céu é o amor. Ora, a alma, antes de ser lançada e vasada no molde do amor, deve ser purificada de toda a escória, no cadinho da dor.

Santa Liduína entendeu que sua missão era sofrer e compreendeu que o sofrimento contribui extraordinariamente para a glória de Deus e para a salvação das almas. E esse foi o ardente desejo que inflamou seu coração nos últimos anos de sua vida.

Através dela, muitas pessoas se converteram, foram prodigiosamente curadas e salvas. A santa só se alimentava da Sagrada Comunhão e assim viveu durante os 17 últimos anos de sua vida, mesmo sangrando através das feridas do seu corpo, a ausência de água e comida não a prejudicavam, pois se alimentava do Corpo de Cristo. E sua vida foi exemplo de paciência e caridade, doando seus poucos bens aos pobres e indigentes, oferecendo tudo que a ela doavam, como sinal de grande virtude e caridade. Até sua cama deu aos pobres, tendo passado os últimos dias sobre uma tábua coberta de palhas.

Até que chegou o dia em que o inverno da provação passou e a primavera da eternidade aparece e ilumina as terríveis dores de Santa Liduína. Jesus a chama: “Vem, esposa minha, já passou o inverno; já se foram as chuvas; eis a primavera. Vem que serás coroada no alto do Sanir e do Hermom”. Quando a roseira estivesse totalmente florida, chegaria o dia em que Santa Liduína cantaria o aleluia com os anjos no céu.
Durante uma Semana Santa, a 14 de abril de 1433, o seu confessor vai visitá-la para levar a Santa Comunhão e afasta-se durante alguns instantes para ir à Igreja, voltando de lá, encontra Santa Liduína morta. Durante seu velório, seu corpo se transfigura e todos os sinais de suas feridas desaparecem e seu corpo volta a ter a beleza que tinha durante a mocidade. Até mesmo durante o velório, muitos sinais de curas se operam naqueles que foram homenagear tão querida santa. Seu sepulcro ainda foi durante muitos anos, lugar de romarias e peregrinações. Até que se iniciaram as terríveis perseguições protestantes, e o corpo da Santa foi transportado para o Carmelo de Bruxelas, onde está até hoje. Algumas relíquias estão em Schiedam, para a visitação dos peregrinos.

Em 1890, o Papa Leão XIII elevou santa Liduína ao altar e autorizou o seu culto para o dia da sua morte. Pequena flor no clássico país das flores, a Holanda, Santa Liduína é o exemplo daqueles que querem completar em seu corpo as chagas e as dores que faltavam no Corpo de Jesus. Assim como Jesus, no Horto das Oliveiras, exclamou ao Pai: “afasta de mim este cálice! Contudo, não se faça o que eu quero, senão o que tu queres.” E partilhando desse intenso desejo, Santa Liduína amou, sofreu e viveu para Seu Amado.

set
25

Romaria COT para Canindé

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Enquanto você dorme a COT ora por você!

Visite o site da Romaria COT!

Assista aos vídeos de divulgação:

Vídeo com testemunho:

set
25

Como explicar o que vi…

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Texto escrito por Carlos Jares - Coordenador do Projeto Nova Juventude sobre o Acampamento Esportivo COT

Vi jovens com muito desejo, porém sem poder participar…
Vi aqueles que mesmo sem ter condições, estavam presentes…
Durante o evento vi jovens polivalentes…
Vi muita garra, muita decisão.
Vi pessoas que aparentemente não tinham nenhum espírito esportivo…
Porém vi a surpresa quando o Dom foi ali revelado…
Vi pessoas vencendo seus limites e superando seus própios desafios…
Testemunhei jovens que sabem vencer…
Como também conheci aqueles que não gostam de perder
Vi jovens chorando porque seus corpos não mais obedeciam seus desejos.
No entanto presenciei aqueles que mesmo com dores, estavam presentes em tudo
Com tanto esforço assim eu mim perguntava:
Meu Deus de onde vem tanta força?
Força essa que leva esses jovens sairem de uma determinada modalidade esportiva e logo estarem em outra
Que força é essa que os ajuda a suportar tamanhas dores
Força para persistir em uma modalidade mesmo tendo perdido uma outra
Eu vi jovens muito valentes
Valentes de decisão, de coração…
Vi jovens cairem esgotados e sem forças
Também os vi levantarem para continuar defendendo
Que força é essa meu Deus que fizeram jovens renunciarem seu ímpeto de rivalidade
Para se renderem a um espirito de competição, limpo e sadio
Pois eu vi, vi jovens, homens e mulheres, que quando não tinham mais forças, buscavam na cor
Na verdade quem esteve lá presenciou
Os jovens da obra COT viverem uma superação
Viverem uma SUPERAÇÃO DE AMOR

PORTAL COT: Em breve estaremos disponibilizando as fotos do Acampamento Esportivo COT

set
25

As verdades sobre o Protestantismo

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Dom Estevão Bettencourt

Dom Estevão Bettencourt

1. Por que não sou protestante?

São sete as razões principais pelas quais não sou protestante:
Somente a Bíblia…

Os protestantes afirmam que seguem a Bíblia como norma de fé. Acontece, porém, que a Bíblia utilizada por todos os protestantes é uma só; em português, vem a ser a tradução de Ferreira de Almeida. Por que então não concordam entre si no tocante a pontos importantes? E por que não constituem uma só comunidade cristã, em vez de serem centenas e centenas de denominações separadas (e até hostis) entre si?

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2. Para entender o protestantismo

O Protestantismo partiu, no século XVI, de uma intuição muito válida e oportuna: restaurar a estima e o culto da Palavra de Deus, com todo o seu poder de santificação. Se tivessem tirado as conseqüências lógicas deste princípio, os reformadores teriam corroborado e abrilhantado a única Igreja de Cristo.

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3. Será mesmo cristão o Catolicismo Romano?

Existe uma diferença entre petros (Pedro) e petra. Petros significa ´um pedaço maciço de pedra´. Parece que o Senhor estava usando um jogo de palavras e dizia o seguinte: ´Pedro, tu és uma pequena pedra, mas sobre esta pedra maciça eu construirei a minha Igreja´.

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set
20

Dança: Graça da Superação

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Assista ao vídeo da Campanha da Superação, produzido pela Cia. de Dança Kadosh!

Para maiores informações de como participar da Campanha da Superação, favor ligar para (85) 3214-1664, ou entre em contato conosco através do Fale Conosco ou até enviando um comentário!

Saiba mais sobre a Campanha da Superação!

set
19

Padre Pio

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Não sei porque não indicamos antes este filme sobre a vida do Santo de Pietrelcina, algo tão óbvio! Um filme que nos aproxima mais de Deus!

São mais de três horas, entre diálogos, milagres, perseguições e outros fatos da vida de Padre Pio que prendem a atenção de quem assiste… a vontade que dá é de assistir novamente. Padre Pio é um filme obrigatório para todos os católicos conhecerem um dos mais recentes testemunhos de santidade da nossa igreja.

São Padre Pio[bb], rogai por nós!


Padre Pio

Padre Pio é a emocionante minissérie sobre a vida e a obra do padre italiano Francesco Forgione (1887-1968). Conheça todas as etapas da vida desse grande vulto do catolicismo no século XX e sua repercussão no mundo. Sua fé em Jesus Cristo e Nossa Senhora, os estigmas, seus gestos de caridade e de ajuda aos desvalidos e a fundação da Casa do Alívio do Sofrimento, o maior hospital do sul da Itália. Filmado nas locações reais em que Padre Pio viveu, essa superprodução é uma obra edificante que não pode faltar na coleção das famílias cristãs e de pesquisadores sobre a paranormalidade humana.

Saiba mais sobre Padre Pio:

set
18

Músicas Fort Louve 2007

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Escute trechos das músicas do Fort Louve 2007! Já estão disponíveis no site da Banda COT !

Acesse:

http://www.bandacot.com.br/discografia.php

set
18

A Soberba

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A soberba é um tumor da alma, cheio de pus. Se maduro, explodirá, emanando terrível fedor.

O resplandor do relâmpago anuncia o estrondo do trovão e a presença da vanglória anuncia a soberba.

A alma do soberbo alcança grandes altitudes e, daí, cai no abismo.

Sofre de soberba o apóstata de Deus, quando atribui às suas próprias capacidades as coisas bem sucedidas.

Como aquele que cai numa teia de aranha [e aí fica preso], assim cai aquele que se apóia nas suas próprias capacidades.

A abundância de frutos dobra os ramos da árvore; a abundância de virtudes humilha a mente do homem.

O fruto caído na terra é inútil para o lavrador e a virtude do soberbo não é aceita por Deus.

A cana sustenta o ramo carregado de frutos e o temor de Deus [sustenta] a alma virtuosa. Como o peso dos frutos quebra o ramo, também a soberba abate a alma virtuosa.

Não entregues tua alma à soberba e não terás fantasias terríveis. A alma do soberbo é abandonada por Deus e se converte em objeto de maligna alegria dos demônios. À noite, imagina manadas de bestas que o assaltam e, durante o dia, vê-se alterado por pensamentos vis. Quando dorme, facilmente se sobressalta e, quando vela, se assusta com a sombra de um pássaro. O sussurar das copas das árvores aterroriza o soberbo e o som da água destroça a sua alma. Aquele que efetivamente tem se oposto a Deus, rejeitando sua ajuda, vê-se depois assustado por vulgares fantasmas.

A soberba precipitou o arcanjo do céu (=Lúcifer) e, como um raio, o fez espatifar-se [junto com outros] sobre a terra.

A humildade, ao contrário, conduz o homem para o céu e o prepara para fazer parte do côro dos anjos.

“De que te orgulhas, ó homem, quando por natureza sois barro e pó e por que te elevas sobre as nuvens?

Contempla tua natureza, porque sois terra e cinza, e em breve voltarás ao pó, agora soberbo e, dentro de pouco, verme.

Para que elevas a cabeça que daqui a pouco cairá por terra?”

Grande é o homem socorrido por Deus; uma vez abandonado, reconheceu a debilidade da natureza. Não possuís nada que não tenhas recebido de Deus; não desprezes, portanto, o Criador.

Deus te socorre; não rejeites ao Benfeitor. Chegaste ao topo da tua condição, porém, Ele te tem guiado; tens agido retamente, segundo a virtude, e Ele te tem conduzido. Glorifica a quem te elevou, para permanecerdes seguro nas alturas; reconhece Aquele que tem a mesma origem que a tua, porque a substância é a mesma e não rejeites, por jactância, este parentesco.

Humilde e moderado é aquele que reconhece este parentesco; porém, o Criador (02) fez tanto a Ele como o soberbo.

Não desprezes o humilde: efetivamente ele está mais seguro que tu, caminha sobre a terra e não se precipita; porém, aquele que se eleva mais para o alto, quando cai se espatifa.

O monge soberbo é como uma árvore sem raízes e não suporta o ímpeto do vento.

Uma mente sem jactância é como uma cidade bem fortificada e quem a habita será incapturável.

Um sopro arrasta a pena e o insulto leva o soberbo à loucura.

Uma bolha [de sabão] levada pelo vento desaparece e a memória do soberbo perece.

A palavra do humilde adoça a alma, enquanto que a do soberbo está cheia de jactância.

Deus acolhe a oração do humilde; ao contrário, se exaspera com a súplica do soberbo.

A humildade é a coroa da casa e mantém seguro quem ali entra.

Quando te elevares ao topo da virtude, precisarás de muita segurança. Aquele que efetivamente cai, rapidamente se recupera; porém, aquele que se atira de grandes alturas, corre risco de morte.

A pedra preciosa brilha no bracelete de ouro e a humildade humana resplandece nas muitas virtudes.

Por Evágrio Pôntico

Tradução: Carlos Martins Nabeto

Fonte: VE Multimedios


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Notas:

01. O termo Hyperephanía provém do superlativo hypér e phaíno, “o que aparece”: aquele que aparece como mais do que é, arrogância, orgulho.

02. Evágrio emprega o termo Demioyrgós que, na tradução grega, equivale ao trabalhador manual ou a divindade que criava o mundo a partir de uma matéria pré-existente. Parece que aqui é usado no sentido de “Deus Criador”, embora esta acepção não seja totalmente clara.

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