No mesmo ano 250, na Ásia Menor, foi martirizado Acácio, bispo de Antioquia da Psídia, que teria sido enganado pelo legado do imperador Décio:
- Vives sob a lei romana; amas, então, os nossos príncipes.
- Ninguém ama o imperador mais do que nós - respondeu Acácio - que dirigimos a Deus constantes orações pela sua longa vida de governo justo dos povos na paz; oramos também pela salvação dos saldados e pela prosperidade do império e do mundo, mas o imperador não pode exigir que nós sacrifiquemos.
Máximo, homem do povo, que exercia o pequeno comércio, preso e lavado diante do procônsul da Ásia, suportou as torturas em nome do Senhor, achando-as doces como bálsamo em relação às eternas:
- Se fosse infiel aos mandamentos do meu Senhor - dizia - se não seguisse o Evangelho, perderia a minha vida… não sinto nem as chicotadas nem as unhas de ferro nem o fogo, pois está em mim a graça de Cristo.
Em Nicomédia (ainda na Ásia Menor) entre 250 e 251 foram queimados vivos São Luciano, que, de antigo “perseguidor”, tornara-se “pregador”, e São Marciano, que já havia adorado deuses falsos e se tinha convertido ao culto do Deus verdadeiro
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