No dia em que a humanidade celebra o Dia Mundial da Paz - 1º de janeiro, recordamos a Mensagem do Papa Bento XVI para a ocasião, divulgada pelo Vaticano no dia 11 de dezembro de 2007.
Em sua mensagem, o Santo Padre afirma que a “humanidade é uma grande família. Não é por acaso que vivemos uns ao lado dos outros, estamos percorrendo todos um mesmo caminho como homens e por isso como irmãos e irmãs”.
Bento XVI alertou, ainda, que “quem, mesmo inconscientemente, combate o instituto familiar, debilita a paz, porque enfraquece aquela que é efetivamente principal ‘agência de paz’. (…) Tudo o que contribui para debilitar a família fundada sobre o matrimônio de um homem e uma mulher, aquilo que direta ou indiretamente refreia a sua abertura ao acolhimento responsável de uma nova vida, o que dificulta o seu direito de ser a primeira responsável pela educação dos filhos, constitui um impedimento objetivo no caminho da paz”.
Confira a Mensagem na íntegra:
MENSAGEM DE SUA SANTIDADE
BENTO XVI
PARA A CELEBRAÇÃO DO
DIA MUNDIAL DA PAZ
1º DE JANEIRO DE 2008
FAMÍLIA HUMANA, COMUNIDADE DE PAZ
1. NO INÍCIO DE UM ANO NOVO, desejo fazer chegar meus ardentes votos de paz, acompanhados duma calorosa mensagem de esperança, aos homens e mulheres do mundo inteiro; faço-o, propondo à reflexão comum o tema com que abri esta mensagem e que me está particularmente a peito: Família humana, comunidade de paz. Com efeito, a primeira forma de comunhão entre pessoas é a que o amor suscita entre um homem e uma mulher decididos a unir-se estavelmente para construírem juntos uma nova família. Entretanto, os povos da terra também são chamados a instaurar entre si relações de solidariedade e colaboração, como convém em membros da única família humana: « Os homens – sentenciou o Concílio Vaticano II – constituem todos uma só comunidade; todos têm a mesma origem, pois foi Deus quem fez habitar em toda a terra o inteiro género humano (Act 17, 26); têm também todos um só fim último, Deus ».(1)
Família, sociedade e paz
2. A família natural, enquanto comunhão íntima de vida e de amor fundada sobre o matrimónio entre um homem e uma mulher,(2) constitui « o lugar primário da ‘‘humanização” da pessoa e da sociedade »,(3) o « berço da vida e do amor ».(4) Por isso, a família é justamente designada como a primeira sociedade natural, « uma instituição divina colocada como fundamento da vida das pessoas, como protótipo de todo o ordenamento social ».(5)
3. Com efeito, numa vida familiar « sã » experimentam-se algumas componentes fundamentais da paz: a justiça e o amor entre irmãos e irmãs, a função da autoridade manifestada pelos pais, o serviço carinhoso aos membros mais débeis porque pequenos, doentes ou idosos, a mútua ajuda nas necessidades da vida, a disponibilidade para acolher o outro e, se necessário, perdoar-lhe. Por isso, a família é a primeira e insubstituível educadora para a paz. Não admira, pois, que a violência, quando perpetrada em família, seja sentida como particularmente intolerável. Deste modo, quando se diz que a família é « a primeira célula vital da sociedade »,(6) afirma-se algo de essencial. A família é fundamento da sociedade inclusivamente porque permite fazer decisivas experiências de paz. Devido a isso, a comunidade humana não pode prescindir do serviço que a família realiza. Onde poderá o ser humano em formação aprender melhor a apreciar o « sabor » genuíno da paz do que no « ninho » primordial que a natureza lhe prepara? A linguagem familiar usa um léxico de paz; aqui é necessário recorrer sempre para não perder o uso do vocabulário da paz. Na inflação das linguagens, a sociedade não pode perder a referência àquela « gramática » que cada criança aprende dos gestos e olhares da mãe e do pai, antes mesmo das suas palavras.
4. Uma vez que a família tem o dever de educar os seus membros, a mesma é titular de direitos específicos. A própria Declaração Universal dos Direitos Humanos, que constitui uma aquisição de civilização jurídica de valor verdadeiramente universal, afirma que « a família é o núcleo natural e fundamental da sociedade e tem direito a ser protegida pela sociedade e pelo Estado ».(7) Por seu lado, a Santa Sé quis reconhecer uma especial dignidade jurídica à família, publicando a Carta dos Direitos da Família. Lê-se no Preâmbulo: « Os direitos da pessoa, ainda que expressos como direitos do indivíduo, têm uma dimensão social fundamental, que encontra na família a sua expressão originária e vital ».(8) Os direitos enunciados na Carta são expressão e explicitação da lei natural, inscrita no coração do ser humano e que lhe é manifestada pela razão. A negação ou mesmo a restrição dos direitos da família, obscurecendo a verdade sobre o homem, ameaça os próprios alicerces da paz.
5. Deste modo quem, mesmo inconscientemente, combate o instituto familiar, debilita a paz na comunidade inteira, nacional e internacional, porque enfraquece aquela que é efectivamente a principal « agência » de paz. Este é um ponto que merece especial reflexão: tudo o que contribui para debilitar a família fundada sobre o matrimónio de um homem e uma mulher, aquilo que directa ou indirectamente refreia a sua abertura ao acolhimento responsável de uma nova vida, o que dificulta o seu direito de ser a primeira responsável pela educação dos filhos, constitui um impedimento objectivo no caminho da paz. A família tem necessidade da casa, do emprego ou do justo reconhecimento da actividade doméstica dos pais, da escola para os filhos, de assistência sanitária básica para todos. Quando a sociedade e a política não se empenham a ajudar a família nestes campos, privam-se de um recurso essencial ao serviço da paz. De forma particular os meios de comunicação social, pelas potencialidades educativas de que dispõem, têm uma responsabilidade especial de promover o respeito pela família, de ilustrar as suas expectativas e os seus direitos, de pôr em evidência a sua beleza.
A humanidade é uma grande família
6. A própria comunidade social, para viver em paz, é chamada a inspirar-se nos valores por que se rege a comunidade familiar. Isto vale tanto para as comunidades locais como nacionais; mais, vale para a própria comunidade dos povos, para a família humana que vive nesta casa comum que é a terra. Numa tal perspectiva, porém, não se pode esquecer que a família nasce do « sim » responsável e definitivo de um homem e de uma mulher e vive do « sim » consciente dos filhos que pouco a pouco entram a fazer parte dela. Para prosperar, a comunidade familiar tem necessidade do consenso generoso de todos os seus membros. É preciso que esta consciência se torne convicção partilhada também por quantos são chamados a formar a família humana comum. É necessário saber dizer o « sim » pessoal a esta vocação que Deus inscreveu na nossa própria natureza. Não vivemos uns ao lado dos outros por acaso; estamos percorrendo todos um mesmo caminho como homens e por isso como irmãos e irmãs. Desta forma, é essencial que cada um se empenhe por viver a própria vida em atitude de responsabilidade diante de Deus, reconhecendo n’Ele a fonte originária da existência própria e alheia. É subindo até este Princípio supremo que se pode perceber o valor incondicional de todo o ser humano, colocando as premissas para a edificação duma humanidade pacificada. Sem este Fundamento transcendente, a sociedade é apenas uma agregação de vizinhos, e não uma comunidade de irmãs e irmãos chamados a formar uma grande família.
Família, comunidade humana e ambiente
7. A família precisa duma casa, dum ambiente à sua medida onde tecer as próprias relações. No caso da família humana, esta casa é a terra, o ambiente que Deus criador nos deu para que o habitássemos com criatividade e responsabilidade. Devemos cuidar do ambiente: este foi confiado ao homem, para que o guarde e cultive com liberdade responsável, tendo sempre como critério orientador o bem de todos. Obviamente, o ser humano tem um primado de valor sobre toda a criação. Respeitar o ambiente não significa considerar a natureza material ou animal mais importante do que o homem; quer dizer antes não a considerar egoisticamente à completa disposição dos próprios interesses, porque as gerações futuras também têm o direito de beneficiar da criação, exprimindo nela a mesma liberdade responsável que reivindicamos para nós. Nem se hão-de esquecer os pobres, em muitos casos excluídos do destino universal dos bens da criação. Actualmente a humanidade teme pelo futuro equilíbrio ecológico. Será bom que as avaliações a este respeito se façam com prudência, no diálogo entre peritos e cientistas, sem acelerações ideológicas para conclusões apressadas e sobretudo pondo-se conjuntamente de acordo sobre um modelo de progresso sustentável, que garanta o bem-estar de todos no respeito dos equilíbrios ecológicos. Se a tutela do ambiente comporta os seus custos, estes devem ser distribuídos com justiça tendo em conta a disparidade de desenvolvimento dos vários países e a solidariedade com as futuras gerações. Prudência não significa deixar de assumir as próprias responsabilidades e adiar as decisões; significa antes assumir o empenho de decidir juntos depois de ter ponderado responsavelmente qual a estrada a percorrer, com o objectivo de reforçar aquela aliança entre ser humano e ambiente que deve ser espelho do amor criador de Deus, de Quem provimos e para Quem estamos a caminho.
8. A tal propósito, é fundamental « sentir » a terra como « nossa casa comum » e escolher, para uma gestão da mesma ao serviço de todos, a estrada do diálogo em vez de decisões unilaterais. Podem-se aumentar, se for necessário, os lugares institucionais a nível internacional, para se enfrentar conjuntamente o governo desta nossa « casa »; mas, o que mais conta é fazer maturar nas consciências a convicção da necessidade de colaborar responsavelmente. Os problemas que se desenham no horizonte são complexos e o tempo escasseia. Para fazer frente de maneira eficaz à situação, é preciso agir de comum acordo. Um âmbito onde seria particularmente necessário intensificar o diálogo entre as nações é o da gestão dos recursos energéticos do planeta. A tal respeito, uma dupla urgência preme sobre os países tecnologicamente avançados: é preciso, por um lado, rever os elevados níveis de consumo devido ao modelo actual de progresso e, por outro, providenciar adequados investimentos para a diferenciação das fontes de energia e o melhoramento da sua utilização. Os países emergentes sentem carência de energia, mas às vezes esta carência é remediada prejudicando os países pobres, que, pela insuficiência das suas infra-estruturas nomeadamente tecnológicas, se vêem obrigados a vender ao desbarato os recursos energéticos em seu poder. Às vezes a sua própria liberdade política é posta em discussão por formas de protectorado ou, em todo o caso, de condicionamento que resultam claramente humilhantes.
Família, comunidade humana e economia
9. Condição essencial para a paz nas famílias é que estas assentem sobre o alicerce firme de valores espirituais e éticos compartilhados. No entanto, é preciso acrescentar que a família experimenta autenticamente a paz quando a ninguém falta o necessário, e o património familiar – fruto do trabalho de alguns, da poupança de outros e da colaboração activa de todos – é bem gerido na solidariedade, sem excessos nem desperdício. Para a paz familiar, portanto, é necessária a abertura a um património transcendente de valores, mas, simultaneamente, há que não menosprezar a sapiente gestão quer dos bens materiais quer das relações entre as pessoas. O falimento desta componente tem como consequência a quebra da confiança recíproca devido às perspectivas incertas que passam a gravar sobre o futuro do núcleo familiar.
10. O mesmo se diga daquela grande família que é a humanidade no seu todo. De facto a família humana, que hoje aparece ainda mais interligada pelo fenómeno da globalização, além de um alicerce de valores compartilhados tem necessidade também de uma economia que corresponda verdadeiramente às exigências de um bem comum com dimensões planetárias. A referência à família natural revela-se, sob este ponto de vista também, singularmente sugestiva. Entre os indivíduos humanos e entre os povos, é preciso promover relações correctas e sinceras, que permitam a todos colaborarem num plano de paridade e justiça. Ao mesmo tempo, tem-se de trabalhar por uma sábia utilização dos recursos e uma equitativa distribuição da riqueza. De forma particular, as ajudas concedidas aos países pobres devem obedecer a critérios duma lógica económica sã, evitando desperdícios que no fim de contas resultam sobretudo do funcionamento de custosos aparelhos burocráticos. É preciso ter em devida conta também a exigência moral de fazer com que a organização económica não obedeça somente às duras leis do lucro imediato, que se podem revelar desumanas.
Família, comunidade humana e lei moral
11. Uma família vive em paz, se todos os seus componentes se sujeitam a uma norma comum: é esta que impede o individualismo egoísta e que mantém unidos os indivíduos, favorecendo a sua coexistência harmoniosa e laboriosidade para o fim comum. Tal critério, em si óbvio, vale também para as comunidades mais amplas: desde as locais passando pelas nacionais, até à própria comunidade internacional. Para se gozar de paz, há necessidade duma lei comum que ajude a liberdade a ser verdadeiramente tal, e não um arbítrio cego, e que proteja o fraco da prepotência do mais forte. Na família dos povos, verificam-se muitos comportamentos arbitrários, seja dentro dos diversos Estados seja nas relações destes entre si. Além disso, não faltam situações em que o fraco tem de inclinar a cabeça não frente às exigências da justiça mas à força nua e crua de quem possui mais meios do que ele. É preciso repeti-lo: a força há-de ser sempre disciplinada pela lei, e isto mesmo deve acontecer também nas relações entre Estados soberanos.
12. Sobre a natureza e a função da lei, já muitas vezes se pronunciou a Igreja: a norma jurídica que regula as relações das pessoas entre si, disciplinando os comportamentos externos e prevendo também sanções para os transgressores, tem como critério a norma moral assente na natureza das coisas. A razão humana, por sua vez, é capaz de discerni-la, pelo menos nas suas exigências fundamentais, subindo assim até à Razão criadora de Deus que está na origem de todas as coisas. Esta norma moral deve regular as opções das consciências e guiar todos os comportamentos dos seres humanos. Existirão normas jurídicas para as relações entre as nações que formam a família humana? E, se existem, serão operativas? Eis a resposta: sim, as normas existem, mas para fazer com que sejam verdadeiramente operativas é preciso subir até à norma moral natural como base da norma jurídica; de contrário, esta fica à mercê de frágeis e provisórios consensos.
13. O conhecimento da norma moral natural não está vedado ao homem que entre em si mesmo e, tendo diante dos olhos o próprio destino, se interrogue sobre a lógica interna das mais profundas inclinações presentes no seu ser. Embora com perplexidades e incertezas, ele pode chegar a descobrir, pelo menos nas suas linhas essenciais, esta lei moral comum que, independentemente das diferenças culturais, permite aos seres humanos entenderem-se entre si quanto aos aspectos mais importantes do bem e do mal, do justo e do injusto. É imprescindível subir até esta lei fundamental, empenhando nesta pesquisa as nossas melhores energias intelectuais sem deixar-se desanimar por equívocos nem confusões. Com efeito, valores radicados na lei natural estão presentes, ainda que de forma fragmentária e nem sempre coerente, nos acordos internacionais, nas formas de autoridade universalmente reconhecidas, nos princípios do direito humanitário recebido nas legislações dos diversos Estados ou nos estatutos dos organismos internacionais. A humanidade não está « sem lei ». É urgente, porém, prosseguir o diálogo sobre estes temas, favorecendo a convergência das próprias legislações dos diversos Estados sobre o reconhecimento dos direitos humanos fundamentais. O crescimento da cultura jurídica no mundo depende, para além do mais, do esforço de tornar as normas internacionais sempre substanciosas de conteúdo profundamente humano, para evitar a sua redução a procedimentos facilmente contornáveis por motivos egoístas ou ideológicos.
Superação dos conflitos e desarmamento
14. A humanidade vive hoje, infelizmente, grandes divisões e fortes conflitos que lançam densas sombras sobre o seu futuro. Temos vastas áreas do planeta envolvidas em tensões crescentes, enquanto o perigo de se multiplicarem os países detentores de armas nucleares cria motivadas apreensões em toda a pessoa responsável. Há ainda muitas guerras civis no continente africano, embora também se tenham registado em vários dos seus países progressos na liberdade e na democracia. O Médio Oriente continua a ser teatro de conflitos e atentados, que não deixam de influenciar nações e regiões limítrofes com o risco de arrastá-las na espiral da violência. A nível mais geral, há que registar, com tristeza, um número maior de Estados envolvidos na corrida aos armamentos: temos até nações em vias de desenvolvimento que destinam uma quota importante do seu magro produto interno para a compra de armas. Neste funesto comércio, são muitas as responsabilidades: há os países do mundo industrialmente desenvolvido que arrecadam avultados lucros da venda de armas e temos as oligarquias reinantes em muitos países pobres que pretendem reforçar a sua posição com a aquisição de armas cada vez mais sofisticadas. Em tempos tão difíceis, é verdadeiramente necessária a mobilização de todas as pessoas de boa vontade para se encontrar acordos concretos que visem uma eficaz desmilitarização, sobretudo no campo das armas nucleares. Nesta fase em que o processo de não proliferação nuclear marca passo, sinto-me no dever de exortar as Autoridades a retomarem, com mais firme determinação, as conversações em ordem ao desmantelamento progressivo e concordado das armas nucleares existentes. Ao renovar este apelo, sei que dou voz a um desejo compartilhado por quantos têm a peito o futuro da humanidade.
15. Há sessenta anos, a Organização das Nações Unidas tornava pública, de maneira solene, a Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948-2008). Com tal documento, a família humana reagia aos horrores da II Guerra Mundial, reconhecendo a sua própria unidade assente na igual dignidade de todos os homens e pondo, no centro da convivência humana, o respeito pelos direitos fundamentais dos indivíduos e dos povos: tratou-se de um passo decisivo no árduo e empenhativo caminho da concórdia e da paz. Merece também menção especial a passagem do 25º aniversário da adopção pela Santa Sé da Carta dos Direitos da Família (1983-2008), bem como o 40º aniversário da celebração do primeiro Dia Mundial da Paz (1968-2008). Fruto duma providencial intuição do Papa Paulo VI, retomada com grande convicção pelo meu amado e venerado predecessor, Papa João Paulo II, a celebração deste Dia proporcionou ao longo dos anos a possibilidade de a Igreja desenvolver, através das Mensagens publicadas para tal circunstância, uma doutrina elucidativa em defesa deste bem humano fundamental. É precisamente à luz de tais significativas comemorações que convido todo o homem e toda a mulher a tomarem consciência mais lúcida da sua pertença comum à única família humana e a empenharem-se por que a convivência sobre a terra espelhe cada vez mais esta convicção da qual depende a instauração de uma paz verdadeira e duradoura. Em seguida, convido os crentes a implorarem de Deus, sem se cansar, o grande dom da paz. Os cristãos, por seu lado, sabem que podem confiar-se à intercessão d’Aquela que, sendo Mãe do Filho de Deus encarnado para a salvação da humanidade inteira, é Mãe comum.
A todos desejo um Ano Novo feliz!
BENEDICTUS PP. XVI
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(1) Decl. sobre a Igreja e as religiões não-cristãs Nostra ætate, 1.
(2) Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Const. past. sobre a Igreja no mundo contemporâneo Gaudium et spes, 48.
(3) João Paulo II, Exort. ap. pós-sinodal Christifideles laici, 40: AAS 81 (1989), 469.
(4) Ibid., 40: o.c., 469.
(5) Pont. Cons. «Justiça e Paz», Compêndio da Doutrina Social da Igreja, n. 211.
(6) Conc. Ecum. Vat. II, Decr. sobre o apostolado dos leigos Apostolicam actuositatem, 11.
(7) Art. 16/3.
(8) Pont. Cons. para a Família, Carta dos Direitos da Família (24 de Novembro de 1983), Preâmbulo/A.
4 Comentários
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OLA FELIZ ANO NOVO A TODOS.
ESTAMOS DIANTE DE UM DOS DOCUMENTOS RICOS QUE A IGREJA PRODUZIU PELAS MAOS DO SANTO PADRE.
QUE NOS QUE ESTAMOS NO CAMINHO DA FÉ E PARTICIPAMOS DESSA IGREJA POSSAMOS CORRESPONDER AOS APELOS DE NOSSO PAI MAIOR QUE E O PAPA
BENTO XVI. A FALIA É RUMO E FUTURO DAS NAÇOES. E SO TEREMOS UM MUNDO NOVO ATRAVES DE PESSOAS NOVAS QUE SAO FORMADAS NO SEIO DAS FAMILIAS. E ESTAS FAMILIAS SORAO NOVAS QUANDO TRANSFORMADAS POR DEUS.
PORTANTO QUE NOSSO DEUS INFUNDA EM NOSSAS ALMAS O DESEJO DE SANTIDADE PARAQ QUE POSSAMOS PRODUZIR FRUTOS PARA A IGREJA.
SOMOS UMA FAMILA UNIVERSAL E AGUARDAMOS A MANIFESTAÇAO DA GLORIA DEFINITIVA DE NOSSO DEUS QUE VIRA BUSCAR A IGREJA PRA JUNTO DE SI.
Corumbá-MS, 15 de outubro de 2008.
Tema para palestra: Sexo Seguro / Sexo Cristão.
Prezada população de Corumbá, Ladário, assentamento e nossos irmãos bolivianos. Meus cumprimentos! Abaixo, descrevo minha palestra que deverei proferir em 30 de novembro de 2008, das 09:00 hs às 10:00 hs da manhã, Um domingo, sobre minha Campanha Anticamisinha: Sexo Seguro / Sexo Cristão. Se possível chegar meia hora antes.
O senhor, a senhora, você que gosta de POLÊMICA e é contra a distribuição de camisinhas em praça pública. Em escolas, sem comentários, apesar de que esse será o foco principal do meu evento. E você também que é a favor, queira comparecer para participar. O senhor, a senhora que é de outras denominações, venha também, para nós congregar junto nessa uma hora de meditação sobre a nossa sociedade. Só seguir as regras abaixo, no sentido de não intervenção. Segue-se a seqüência abaixo:
A) Abertura: uma canção do Pe. Zezinho, de título Vocação. Inicial pra não tomar muito tempo:
B) Cumprimento ao público;
C) Minha apresentação pessoal;
D) Sinal da Cruz, Oração do Pai Nosso / Uma Ave Maria e uma Santa Maria.
E) Início da palestra: namoro e noivado não é sexo… Citação bíblica: evangelho do dia Marcos 13, 33 – 37.
F) Música Laranja Lima com uma senhora da banda do Pe. Zezinho que traz a mensagem: Preservar a castidade para o casamento. (Sexo após o casamento). Mesmo contrariando as normas da Igreja, aprovo a camisinha após os dezoito anos de idade, desde que não seja para a prática da infidelidade. Aos nossos irmãos que já contraíram AIDS, vamos manter o tratamento e entregamos na Misericórdia de Deus. Quanto a gravidez precoce, vamos instruir as jovens e os jovens a não fornicação: educação dos pais e orientação religiosa. Jovens, diga não a camisinha. Sim a castidade. Respeito mútuo entre namoro e noivado. Ponha em sua cabeça que sexo é coisa de adulto. Não deixe a mídia te dominar. Nosso corpo é Templo do Espírito Santo.
G) Incineração de dez camisinhas em uma pira improvisada. Ato a ser realizado por três jovens donzelas, de 16, 17 e 18 anos de idade. Simbolizando as dez virgens do Evangelho e não camisinha a menor. Você jovem leitora, que tenha esse requisito, já vai preparando o espírito. Não precisa ficar constrangida, pelo contrário, é uma honra estar intacta, pura. Infelizmente a sociedade e a igreja banalizaram tanto o sexo que a jovem de 17… 18 anos tem vergonha de falar que é virgem. Obs: a partir dos 16, porque aos 15 anos obrigatoriamente terá de ser virgem, caso contrario não terá direito à festa nem presente de debutante em comemoração, senão estamos sendo condizente com o sexo desordenado. A não ser que já seja casada oficialmente. O leitor (a) pode está pensando: você está discriminando as jovens desonradas? Naaão! Estou alertando, tentando resgatar a Instituição, o Sacramento do Matrimônio, casamento, que está em um processo acelerado de extinção. Nada justifica camisinha para menores de 18 anos. Em escolas, sem comentários. Deixará o homem, seu pai e sua mãe, unirsevos-á à sua mulher e ambos se tornarão uma só carne. Fora disso é obra do maligno. O sexo antes do casamento é fornicação, e depois, se não for com sua esposa, é adultério.
H) Encerramento: Agradecimento ao público e uma salva de palma para Jesus;
I) Canção do Pe. Zezinho: Oração pela Família. O público só poderá deixar o local após o término da canção.
J) O público não estará permitido a me interromper para perguntas ou protestar durante a minha pregação. Podendo fazê-lo no final do evento, ou em ligação posterior no tel: 3232-5064, na minha residência;
K) Durante o evento deverá estar havendo distribuição de alguns Dvds grátis da minha autoria bem como panfleto: Sexo Seguro / Sexo Cristão. Alguém já me perguntou o que me levou a fazer essa palestra, simplesmente pelo silêncio e pelo descaso que estão fazendo a mim. Ou melhor, a Jesus e a Deus. Leia e medite Lucas 10, 16. O que vos ouve, Amim ouve…
Solicito-vos ao Senhor Prefeito ou à Igreja uma segurança, pois, estarei correndo o risco de um atentado, durante ou após o evento. Gostaria também de um apoio no equipamento de som, pois, o meu é fraco.
Quero deixar bem claro à população, para não ficar com aquele ar de constrangimento. Alguém teria que fazer esse movimento, essa manifestação, pois, a Humanidade está diante de um caos jamais visto na face da Terra. Se for aprovada essa afronta, e ficarmos em silêncio, não poderemos mais comungar.
Então, prezada população, minha apresentação é mais ou menos por aí. Não podendo ultrapassar sessenta minutos, uma hora de evento, para evitar o cansaço.
Esse e-mail é só uma prévia, se for concretizado meus ideais, na segunda quinzena de novembro, estarei anunciando na rádio e talvez em jornais. Esse E-mail está sendo enviado ao Presidente Lula, ao Ministério da Saúde, ao Ministério da Educação e também a Sua Santidade o Papa no Vaticano. E é claro, à Tv Canção Nova, a Rede Vida de televisão, á Igreja século 21, ao Santuário de Aparecida… Atenciosamente,
Mariano. Tel: 3232-5064 / Cel: 9612-1780 / Ciente:_____________________________________________
Visto de uma autoridade da Prefeitura ou da Igreja.
Corumbá-MS, 11 de outubro de 2008.
D I Á L O G O:
Olá sociedade brasileira, meus cumprimentos! Venho por meio deste informar que tive uns trinta minutos de diálogo com Dom Bispo Diocesano da minha cidade e não senti firmeza em suas respostas sobre minha Campanha Anti-Camisinha.
Dentre outras respostas citou que a Igreja não está omitindo e que está sim pregando que o uso da mesma é anticristão, e que não vai abrir mão do aborto e da camisinha. Eu contestei dizendo: mas não é verdade, quem vai fazer uso dos mesmos são os próprios católicos. Disse também que as igrejas pregam, mas não fiscalizam Tive como resposta que não tem como fiscalizar e que vai da consciência de cada um. Perguntei se tinha assistido meus trabalhos em Dvds, disse que não tem aparelho de DVD. Ofereci um aparelho, disse que não tem TV; Ora, quer dizer um tremendo pouco caso; uma tremenda desfeita. Vou orar por todos que pensam iguais a ele, pois, o desprezo não é a mim, mas a Jesus e a Deus. Lucas 10, 16: Quem a vós ouve, a mim ouve; Quem a vós rejeita, a mim rejeita e quem a mim rejeita, rejeita àquele que me enviou.
Estou comunicando isso ao Brasil, para vocês não perguntarem: você consultou as Autoridades Eclesiais? Sim, consultei. Pedi uma assinatura ou um carimbo, fui negado. Falei sobre minha idéia de uma pregação no jardim público, disse que ninguém vai me ouvir. Quer dizer, não me apoiou, mas também não proibiu. Propuz a ele a doação de um exemplar do Livro Namoro, para as escolas ministrarem, também não disse sim e nem não. Estou dando a faca e o queijo, não sei o porquê não querem cortar. Disse que não ia parar com minha campanha, tive como resposta: não pare!
Não consultei no início, com medo de uma decepção, que infelizmente aconteceu agora. É o que sempre ponho em meus trabalhos: Se as Igrejas de diferentes credos, continuarem nesse silêncio, e acontecer o pior: camisinha nas escolas, as Igrejas terá que parar de pregar que o sexo só será praticado após o casamento, ou a noiva terá que fazer o exame de castidade. Qual o noivo que vai acreditar na noiva, se ela conviveu todos esses anos com camisinha dentro da pasta escolar? Hoje já está difícil. A ficha ainda não caiu; ainda está em tempo. A sociedade ainda não parou pra pensar, que isso acontecendo, não podemos mais comungar, se fizermos, estamos traindo Jesus. Camisinha não é de Deus, mas do encardido. Cristo disse: meu reino não é desse mundo, quem comigo não junta espalha. Quem não é por mim é contra mim. Apartai-vos de mim malditos para o fogo eterno.
Caríssimos, ponham a cabeça no travesseiro e medite no teor desse e-mail. Deus nos abençoe! Atenciosamente,
Mariano.
Corumbá-MS, 11 de novembro de 2008.
Saudações! / Circular para a sociedade brasileira e o Vaticano./ DAM / Inscrição: 99-82668.
Olá população de Corumbá, Ladário e Região, convidu-os a uma locução social religiosa que irei proferir em 30 de novembro, das 09:00hs às 10:00hs da manhã, no Coreto da Praça da Independência, cujo tema será: O sexo conforme a Lei de Deus. Maiores detalhes, acesse no Google: Sexo seguro / Sexo cristão. Um evento de caráter ecumênico, já que é de interesse de toda a comunidade, bem como do Brasil e do mundo.
Tendo em vista o evento ser ecumênico, gostaria da presença de um padre católico, um pastor evangélico e um líder espírita. Todos tomaremos lugar no Coreto. Gostaria que, caso aceite meu convite, entrasse em contato comigo pelo tel: 3232-5064 até o dia 25-Nov-08, ou em minha residência: Rua Marechal Floriano, 765. Bairro Dom Bosco, quase esquina com a rua Cuiabá, para dialogarmos sobre o dispositivo, bem como o desencadear do evento, ou até mesmo um ensaio. Lembrando que, não será mudado o que está na programação.
Dentre essas pessoas acima citada, precisarei de outras pessoas, tais como, uma para soltar dois rojões no início; uma para filmar; uma para distribuir Dvds e panfletos: O Sexo conforme a Lei de Deus.
Vou precisar de três jovens entre 16 e 18 anos donzelas, castas, para durante a canção Laranja Lima, fazermos a incineração de dez camisinhas, simbolizando as dez virgens do Evangelho, e uma forma de protesto contra camisinha em praça pública e em escolas. Lembrando que as candidatas, deverão ser recatadas, religiosas, sem quaisquer sinais de vaidades, tais como roupa decotada, pilsen, tatuagens… Seria bom já ir pensando nisso com antecedência para na hora não causar um certo constrangimento. A partir dos 16 anos, porque aos 15 obrigatoriamente, deverá ser virgem, senão, não terá direito a presente e nem festa de debutante. Caso contrário, estaremos condizentes com o sexo para menores.
É bom lembrar que tanto eu como as pessoas que comparecerem no evento, contamos com a consciência das jovens, no sentido de não enganar, burlar os que estiverem presentes, quanto a sua castidade, pois, terá um forte remorso e não as fará bem.
Digo isso porque já teve internautas do Brasil me questionando: como que você vai saber se elas são virgens? Você as examinou? Passaram pelo exame de castidade?
Por aí, leitor (a), você ver que a minha Campanha faz sentido. De tanto a sociedade comentar que não existe mais virgindade, que acontece essas coisas: pessoas incrédulas e todas essas desgraças que vem acontecendo. Se continuar assim, as autoridades não terão moral suficiente para punir os pedófilos, os estrupadores os tarados… O sexo para adolescentes, está com os dias contados. A partir de 2009, a jovem de 15 anos, só terá direito a festa e presente se for donzela. A noiva terá de ser submetida ao exame de castidade. Caso a Igreja não acatar essas medidas, terá que deixar de pregar que sexo é só após o casamento. A Campanha da Fraternidade em Defesa da Vida, desse ano, deixou a desejar: o combate ao aborto esfriou; o órgão, reprodutor vestido com borracha látex. Como vamos chamar isso em defesa da Vida? A AIDS não é uma epidemia comum, e sim, a desobediência à Lei de Deus. Você pode questionar: mas como está dando certo? Diminuiu o número de aidéticos! E eu te digo, é assim que o encardido quer; é assim que o encardido gosta.
Durante a incineração das camisinhas, estaremos em silêncio, meditando na música e na letra da canção Laranja Lima, num período de 2 a 3 minutos. Após o evento a semente estará plantada. Só nos resta regar, para que germine, cresça, produza bons frutos e aninham as aves do Céu.
Pergunto: a Igreja católica e a “Evangélica”, Protestante, não tem autoridade para alertar a Rede Globo de Televisão e a UNICEF, a tirar do ar a propaganda da camisinha? Seria bom meditar nisso. Deixe o interessado (a) que procure. Agora em 2009, deverá haver mais atenção nos assuntos Divinos. Estou indicando o livro NAMORO do Professor Felipe Aquino, para que seja ministrado nas escolas e nas igrejas. Ofereci, doar, para as escolas daqui de Corumbá e Ladário-MS e não tive resposta. Quer dizer, estou dando a faca e o queijo, mas infelizmente não querem cortar. Paciência, não é? No dia de dar entrada do processo do meu evento na Prefeitura, me esqueci de questionar no caso de mau tempo, mas vamos torcer para que nesse dia esteja em condições favoráveis. Lembro também que esse evento é de nível nacional, e também mundial, já que é do conhecimento do Vaticano. Não adianta adotarmos a camisinha, com intuito do sexo continuar livre, portanto, Abstinência sexual é a melhor saída. Quanto a gravidez precoce, idem. Atenciosamente, Mariano.
Corumbá-MS, 1* de dezembro de 2008.
ATA de Inspeção do meu Evento 30-Nov-08: O Sexo conforme a Lei de Deus.
DECLARAÇÂO:
Declaro à população social e religiosa de Corumbá, Ladário e Região que tamanha foi minha decepção que não dá nem para descrever, mas vou tentar:
Mesmo com a presença zero dos convidados, tive que desencadear o Evento, pois, estava pagando o aluguel do som e também com a esperança de comparecer alguém. Com início às 09:25Hs, que seria às 09:00Hs.
Só esteve presente: Deus; minha esposa; um filho; um rapaz que me auxiliou na queima de fogos e distribuição de Dvds da minha autoria; uma senhora, que no final proferiu algumas palavras; os três rapazes do equipamento de som e eu. Totalizando assim, oito pessoas, mais alguns transeuntes que passavam pela praça, mas nem paravam para ouvir. Quer dizer, pregamos no deserto. O zelador do jardim, comentou: se fosse um pagode ou um carnaval a praça estaria lotada. Não vou mencionar o quanto estou gastando com minha Campanha, pois, faz parte de um complemento do Dízimo, e nada é oneroso quando dispomos a evangelizar. Apesar de que Cristo disse: viva do Evangelho.
O desencadear do Evento, ocorreu como estava na programação em anexo aos convites. Isto é, como se todos os convidados estivessem presentes. Oferecemos também, as orações aos nossos irmãos de Santa Catarina.
Se a Igreja não combater a distribuição de camisinha em praça pública, em escolas sem comentários, estou pensando seriamente em tirar minha família da igreja, e ficar só com a Bíblia e a meditação da Palavra de Deus. É o que o Apóstolo Valdemiro Santiago da Igreja Mundial prega: Rótulo de igreja NÂO VALE NADA! Apesar de Cristo ter fundado a Igreja Católica. A Igreja diz que não está omitindo, mas o pior, não está me dando apoio. Tenho autorização da Editora Cléofas a denunciar CNBB quem ministrar a camisinha.
Deus nos livres, se a camisinha chegar nas escolas, e a Igreja permanecer em silêncio, não poderá mais ter Bíblia aberta em escolas e o pior as portas dos infernos prevalecerá sim sobre a igreja. Aí não poderemos mais comungar. Se o fizermos, estaremos traindo Jesus. Seria melhor, os diretores e professores (as) pedir demissão. Eles não são obrigados a aceitar essa afronta, essa aberração, recorra a Objeção de Consciência do Código dos Direitos Canônicos. Ou é mentira! Isso não existe? Sinceramente, tenho até vergonha de ter dois filhos professores. Eu sempre escrevo: a AIDS e a gravidez precoce, não é uma epidemia comum é castigo de Deus; uma desobediência à Lei de Deus! Não adianta ficarmos tapando o sol com peneira, com a intuição do sexo continuar livre. O castigo de Deus poderá ser maior. A solução é abstinência sexual já. Isto é, O Sexo conforme a Lei de Deus. A camisinha não vai deter a epidemia da AIDS. A Igreja prega que o sexo fora do casamento é fornicação, e depois, se não for com a esposa, é adultério, então, pra que camisinha? Agindo assim, estamos provocando a ira de Deus! Não temos moral para punir os pedófilos, pois o sexo está muito vulnerável; acontecendo até no ambiente familiar. Os pais estão perdendo o domínio dos filhos.
Para finalizar, quero dizer que tenho algum trecho da minha Locução Social / Religiosa, gravada, caso o leitor, leitora se interessar, é só me ligar: 67 3232-5064.
A impressão que ficou é que todos combinaram a não comparecerem ao meu Evento, porquê não é possível tanta coincidência. Pedi a presença de um Pe. Católico; Um Pastor Evangélico, Protestante, e um Líder Espírita e nada! 90% das Escolas que levei convite pessoalmente, não teve nem um representante! A estatística comprova que vocês estão me pondo no gelo. A Tv Morena só me incitou e não cumpriu com o combinado. Fez-me até mentir aos meus familiares, dizendo divulgar no quadro Tome Nota e no quadro, o Recado é o Seguinte. A Rádio FM, Transamérica, e a Difusora divulgaram, mas os ouvintes taparam os ouvidos propositalmente. Agradeço ao radialista Chicão e ao radialista Jonas de Lima pela divulgação.
Se a Sociedade e a Igreja estão pensando que com o silêncio e a não presença, vão se livrar de mim estão redondamente enganados. Vou ser uma pedra em seus sapatos, como já escrevi anteriormente.
Vou aguardar resposta até sexta feira, 05-Dez-08, se não obtiver resposta esse email estará indo para todo o Brasil e ao Vaticano. Já que todos estão cientes da minha Campanha Anticamisinha. Sexo seguro, sexo Cristão. O Sexo conforme a Lei de Deus. Com um desses três títulos, você pode acessar no Google para maiores detalhes. Também no Blog da Sua Santidade o Papa Bento XVI. Ou simplesmente Mariano David Soares. Leiam e meditem: Lucas 10, 16. Indignado, Mariano. Ex-sócio CN 03081291-7.
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