L’osservatore Romano: Papa faz leitura da historia de hoje

Bento XVI falando de recentes eventos como a atual crise financeira mundial, deu uma leitura da história real e ao mesmo tempo aberta ao futuro, porque iluminada pela revelação. É quanto se lê no editorial de ontem do jornal L’Osservatore Romano, escrito pelo seu diretor, Gian Maria Vian. Seguindo um fio condutor, o editorial liga dois momentos diversos dos discursos do Santo Padre das últimas horas: o primeiro, no domingo, durante a inauguração do Sínodo, quando o Papa falou da crise de fé nas nações cristãs, e o segundo, ontem, segunda-feira quando falou da falência dos bancos.

Bento XVI, - destaca o editorial - não se detém nos livros: também esses passam como dissera na última homilia antes de entrar no conclave que o elegeria Papa, mas ele dirige o seu olhar para o presente: o que ocorreu com as antigas comunidades não poderia ocorrer também hoje? – perguntou-se. Nações um tempo ricas de fé e de vocações hoje estão perdendo a sua identidade, sob a influência deletéria e destruidora de uma certa cultura moderna”.
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Rabino leva polêmica ao Sínodo

O momento histórico vivido no Sínodo dos Bispos, com a presença do rabino-chefe de Haifa, Shear-Yashuv Cohen, ficou ensombrado com as declarações deste responsável sobre o pontificado de Pio XII, falecido há 50 anos.

Depois de ter dito que a presença na assembleia sinodal era “uma mensagem de amor, de coexistência e de paz para as nossas gerações e para aquelas futuras”, o primeiro não cristão a falar numa reunião magna dos episcopados mundiais preferiu centrar as suas declarações aos jornalistas na figura do Papa que guiou a Igreja Católica na II Guerra Mundial.

Recentemente, Bento XVI saiu em defesa de Pio XII, considerando que o mesmo “não poupou esforços” para ajudar “directamente” os judeus e pedindo que sejam superados os “preconceitos” em relação a esta figura.

O actual Papa lembrou a acção desenvolvida através de católicos, a título individual, e das instituições da
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Preparativos em Pompéia para a visita da Bento XVI

Fervem os preparativos em Pompéia para a visita pastoral do papa Bento XVI no próximo dia 19 de outubro. A organização está recebendo nestes dias centenas de pedidos individuais e de grupos, o que faz prever a presença de milhares de pessoas na basílica da cidade mariana.

A chegada do papa em helicóptero está prevista para as 10 horas da manhã; em seguida Bento XVI faz uma saudação aos alunos das escolas do conjunto dedicado a Bartolo Longo, e às 10h30 celebra a Santa Missa no patamar da Basílica. Na conclusão da missa o papa reza a oração da súplica escrita por Bartolo Longo e o Angelus. O Santo Padre permanecerá em Pompéia até o final da tarde quando às 17h dirigirá a oração do terço.

O arcebispo de Pompéia, Dom Carlo Liberati sublinha que Bento XVI vai a Pompéia para “confiar à intercessão da Mãe de Deus as reflexões e as conclusões da XII Assembléia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos”.

Para garantir a segurança do papa, além das forças de ordem, serão utilizados centenas de voluntários.

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Índia: reivindicações maoístas não aplaca ânimos dos radicais hinduístas

A admissão de responsabilidade por parte dos rebeldes maoístas não convenceu os radicais hinduístas, que continuam a defender e a difundir a idéia de um envolvimento dos cristãos na morte do chefe religioso hinduísta Swami Laxamananad.

Neste domingo, todos os meios de comunicação indianos deram amplo espaço às declarações de Sabyasachi Panda, chefe do movimento rebelde naxalita em Orissa, que reivindicou o homicídio do hinduísta. E não só, o líder maoísta acusou o governo de ocultar duas cartas de reivindicação, fazendo de modo que a culpa recaísse sobre os cristãos.
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Bento XVI sobre a Humanae Vitae: Amor e doação sem reservas

No gerar os filhos, o amor conjugal “não apenas se assemelha ao amor de Deus, mas participa desse amor”. É o que ressalta Bento XVI, na mensagem enviada aos participantes do congresso inaugurado na manhã desta sexta-feira, por ocasião dos 40 anos da encíclica Humanae Vitae, de Paulo VI. O encontro é promovido pelo Pontifício Instituto João Paulo II para os Estudos sobre o Matrimônio e a Família e pela Universidade Católica do Sagrado Coração.

“Toda forma de amor tende a difundir a plenitude da qual vive e o amor conjugal tem um modo próprio de comunicar-se: gerar filhos” _ escreve o papa, em sua mensagem, acrescentando que “excluir essa dimensão comunicativa através de uma ação voltada a impedir a procriação, significa negar a verdade íntima do amor entre o marido e a mulher, mediante o qual se comunica o dom divino”.

A 40 anos da publicação da Humanae Vitae, o Santo Padre reafirma que “os filhos não são mais o objetivo de um projeto humano, mas são reconhecidos como um autêntico dom, a ser acolhido com uma atitude de responsável generosidade para com Deus, fonte primeira da vida humana”.

Na mensagem enviada aos participantes do congresso que comemora os 40 anos da Humanae Vitae, Bento XVI constata que hoje, muitos fiéis têm dificuldade de compreender a mensagem da Igreja, que “defende a beleza do amor conjugal na sua manifestação natural”. A técnica _ recorda o Santo Padre _ “não pode substituir a liberdade madura, quando está em jogo o amor”, e “nem mesmo a razão basta; é preciso que se veja com os olhos do coração”. “Somente os olhos do coração _ enfatiza o pontífice _ conseguem perceber as exigências próprias de um grande amor, capaz de abraçar a totalidade do ser humano.”

Bento XVI reconhece que existem momentos e contingências na vida de um casal que tornam “prudente” distanciar os nascimentos dos filhos e, até mesmo, suspender tais nascimentos. É aí _ explica _ “que o conhecimento dos ritmos naturais de fertilidade da mulher se torna importante para a vida do casal”. Esses métodos fazem com que o casal possa “administrar o que o Criador, sapientemente, inscreveu na natureza humana, sem turbar o significado íntegro da doação sexual”.

Concluindo sua mensagem, Bento XVI manifesta seu apreço pelos esforços realizados no sentido de fazer progredir o conhecimento dos métodos de regulação natural da fertilidade humana, e recorda a Donum Vitae, de João Paulo II, enaltecendo os numerosos pesquisadores que “salvaguardando plenamente a dignidade da procriação humana” alcançaram “resultados que pareciam inalcançáveis”.

As últimas palavras do pontífice são endereçadas aos casais católicos, exortados a serem “testemunhas críveis da beleza do amor”.

A encíclica Humanae Vitae, do Papa Paulo VI, provocou, quando de sua publicação, em 1968, um verdadeiro “terremoto” na Igreja Católica, causando o afastamento de muitos fiéis que _ como sublinhou hoje, Bento XVI _ “tinham dificuldade de compreender a mensagem da Igreja” sobre a procriação responsável.

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Avanço da Ciência e recuo de Deus

A Faculdade de Filosofia de Braga vai realizar, no próximo dia 18 de Outubro, na Aula Magna da Faculdade de Filosofia, a Primeira Jornada Fé e Ciência subordinada ao tema: “O avanço da ciência e o recuo de Deus. Fronteiras do conhecimento”. Em reflexão estarão, por exemplo, questões como “Para quê Deus, se já temos ciência?” ou “A ciência tem razões que tornam a fé em Deus obsoleta?”. O encontro conta com a presença de vários docentes de diferentes faculdades nacionais e internacionais.

Os recentes avanços e êxitos da ciência, bem como a sua omnipresença no dia-a-dia das sociedades contemporâneas – onde as novas tecnologias vão introduzindo novos hábitos e estilos de vida, novas formas de comunicação, de pensamento e de aquisição de conhecimentos, novas concepções da economia, da arte, da ética, etc. –, parecem desafiar as concepções religiosas estabelecidas no passado e, nomeadamente, a concepção cristã de Deus.

Perante este quadro cultural, no qual a ciência invade cada vez mais os diversos âmbitos da experiência e do pensamento humanos, especialmente em áreas que no passado eram reservadas à filosofia e à teologia, a Deus não parece restar outra alternativa senão a da perda do direito de cidadania e a consequente retirada para o baú das velharias, porque sobra e está a mais.

O conhecimento científico permitirá, finalmente, desterrar a “ilusão de Deus”, bem como as sombras da magia e do mistério que, no passado, envolveram o conhecimento do mundo e de nós mesmos, aumentaram o ópio do povo e impediram o desenvolvimento da sociedade?

A Primeira Jornada Fé e Ciência, subordinada ao tema: “O avanço da ciência e o recuo de Deus. Fronteiras do conhecimento”, vai decorrer na Faculdade de Filosofia de Braga, no próximo dia 18 de Outubro, pelas 9 horas, e inclui quatro conferências: Possibilidades e limites do conhecimento científico” (António Fernández-Rañada, físico, Univ. Complutense de Madrid); “Possibilidades e limites da racionalidade e da argumentação crítica” (Desidério Murcho, filósofo, Univ. Federal de Ouro Preto, Brasil); “A hipótese de Deus perante a Ciência” (Ludwig Krippahl, bioquímico, Univ. Nova de Lisboa);”O diálogo Ciência-Fé na cultura actual” (Agustín Udías, físico, Univ. Complutense de Madrid).

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Agradecem presença de ator em vigília pro-vida que evitou cinco abortos na Los Angeles

Os organizadores da campanha 40 Days for Life (40 dias pela vida) agradeceram a inesperada presença do ator mexicano Eduardo Verástegui, quem fez um alto à promoção de seu último filme, para participar de uma vigília de oração e conselheria nos subúrbios de uma clínica abortista em Los Angeles. A ação dos pró-vida obteve que cinco mulheres desistissem de abortar.

No sábado 27 de setembro, os participantes da campanha se instalaram nos subúrbios da clínica abortista Family Planning Associates, uma das mais conhecidos e concorridas de Los Angeles. John Anthony Hernandez, coordenador da campanha local, expressou seu agradecimento ao ator, quem chegou em companhia de vários amigos pouco depois das 8h do sábado e ficou no lugar até depois de meio-dia rezando, dando conselheria às grávidas e distribuindo cópias do vídeo Dura Realidade.

“O centro de crise de gravidez local teve mais visita que nunca, com todas as mulheres que decidiram não ingressar na clínica abortista (e eram enviadas ao centro pelo Verástegui e seus acompanhantes). Um dos trabalhadores disse que foi o dia mais ocupado de sua história. Deus é bom, cinco bebês se salvaram essa manhã”, adicionou Hernandez.

Ao final da jornada, oito enfermeiras saíram da clínica abortista para conhecer o Verástegui. “Falou-lhes, lhes deu de presente uma Medalha Milagrosa e uma cópia do vídeo Dura Realidade”, lembrou o coordenador.

A campanha 40 Days for Life está congregando a americanos em 170 cidades para rezar pela vida e protagonizar manifestações pacíficas frente às clínicas abortistas desde 24 de setembro até 2 de novembro, com ocasião das eleições presidenciais.

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Vaticano explica funcionamento do Sínodo aos jornalistas

O Vaticano promove esta Sexta-feira, 3 de Outubro, um encontro com os jornalistas para explicar “o sentido e o desenvolvimento” da XII Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, que decorrerá de 5 a 26 do próximo mês.Presente estará D. Nikola Eterović, Secretário-Geral do Sínodo dos Bispos. O tema da reunião magna dos episcopados de todo o mundo é “A Palavra de Deus na vida e na missão da Igreja”.

Portugal será representado por D. Anacleto Oliveira e D. António Taipa, respectivamente Bispos Auxiliares de Lisboa e do Porto.

Segundo o documento de trabalho deste Sínodo, apesar dos muitos progressos realizados, há ainda “aspectos problemáticos” em aberto, como a ignorância e um “notável alheamento” de muitos cristãos em relação à Bíblia.

Sínodo dos Bispos

Etimologicamente, a palavra “sínodo” deriva dos termos gregos “syn” (que significa com, em conjunto) y “odos” (que significa caminho), expressando a ideia de caminhar juntos. O Sínodo dos Bispos pode ser definido, em termos gerais, como uma assembleia de Bispos que representa o episcopado de todo o mundo e tem como tarefa ajudar o Papa no governo da Igreja, com o seu conselho, para procurar soluções pastorais que tenham validade e aplicação universal.

Mais de 40 anos depois da sua criação, por Paulo VI (15.09.1965), a experiência sinodal caminha para a sua XII assembleia ordinária, a que se junta duas assembleias extraordinárias e oito especiais. A continuidade é garantida pelas normas contidas na Carta Apostólica “Apostolica sollicitudo” e pelo “Ordo Synodi”, promulgados em 1965 por Paulo VI e parcialmente revistos por João Paulo II.

Esta instituição permanente nasceu como resposta aos anseios dos padres do II Concílio do Vaticano, como forma de manter vivo o espírito de colegialidade nascido na experiência conciliar.

Ainda Arcebispo de Milão, Paulo VI foi um dos principais motores da ideia de uma “contínua colaboração do episcopado”. Já como Papa, no discurso inaugural da última sessão do Concílio (14.09.1965), tornou pública a sua intenção de instituir o Sínodo dos Bispos.

No dia seguinte foi aprovado o Motu Proprio “Apostolica sollicitudo”, que instituía oficialmente o Sínodo, serviço à comunhão e à colegialidade de todos os Bispos com o Papa. Não se trata, por isso, de um organismo particular com competências limitadas, como as Congregações e os Conselhos Pontifícios da Cúria Romana.

O Sínodo dos Bispos e a sua secretaria-geral permanente não fazem parte dessa mesma Cúria Romana e não dependem dela, estando directa e exclusivamente debaixo da autoridade do Bispo de Roma. Apesar de ser uma instituição de carácter permanente, as funções e a colaboração concreta do Sínodo não têm esse carácter: ele reúne-se e actua apenas quando o Papa considera necessário e oportuno consultar o episcopado.

A finalidade de cada assembleia sinodal é a de viver uma experiência de colegialidade entre o episcopado e o Papa. Este, ao aceitar as sugestões ou conclusões de determinada assembleia, permite que o episcopado exerça uma actividade colegial que se aproxima, sem coincidir, com a de um Concílio Ecuménico.

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Bispos europeus pedem fim das voilências anticristãs na Índia

Os Presidentes das Conferências episcopais européias, reunidos em Estergom, na Hungria, divulgaram uma declaração sobre os atos de violência na região de Orissa, na Índia.

“Estamos preocupados pelas notícias que nos relatam o que está ocorrendo em Orissa, na Índia, onde na última terça-feira mais uma mulher cristã foi assassinada e outras 300 casas foram queimadas. Exprimimos a nossa solidariedade aos cristãos do país e aos seus pastores, e pedimos aos governos e às instituições da Europa que intervenham para fazer cessar essas violências que, segundo as nossas informações, causaram, de 23 de agosto até hoje, 60 mortos, milhares de feridos e dezenas de milhares de pessoas em fuga”.

Estamos também preocupados – continua a declaração dos Presidentes das Conferências episcopais européias – pela situação dos cristãos e das demais minorias religiosas do Iraque, muitos dos quais tiveram que fugir da sua pátria por causa das dificuldades de viver livremente a sua fé. Pedimos aos responsáveis dos países europeus – continuam os bispos – que abram as portas a essas pessoas, como obrigação baseada no respeito dos direitos humanos.

Seguimos também com apreensão o desenvolvimento da situação em alguns países da África e da América Latina, onde é cada vez mais ameaçada a dignidade humana, a liberdade de expressão e de religião.

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Audiência geral: “Fidelidade de São Paulo à mensagem evangélica”

Bento XVI encontra-se definitivamente no Vaticano, depois de quase três meses de permanência na Residência Pontifícia de Castel Gandolfo, perto de Roma. O Papa chegou ao Vaticano ontem à tarde, de helicóptero, por volta das 17h15 locais.

Hoje, o Santo Padre retomou suas atividades normais, no Vaticano, recebendo, na Praça São Pedro, peregrinos, fiéis e turistas, por ocasião da tradicional Audiência Geral das quartas-feiras.

Em sua série de catequeses sobre a figura do Apóstolo dos Gentios, por ocasião do Ano Paulino, Bento XVI refletiu sobre “os episódios que confirmam a fidelidade de São Paulo à verdade evangélica”.

O primeiro episódio que o Papa citou foi o Concílio de Jerusalém, quando se tratou da legitimidade ou não de se exigir a circuncisão dos pagãos como condição de se converterem ao cristianismo. A proposta de Paulo, de liberdade em relação à obrigação da Lei judaica, recebeu a aprovação dos participantes.

Diante da exortação do Apóstolo de não se esquecer dos pobres, o Concílio de Jerusalém esclareceu que a liberdade cristã não devia confundir-se com libertinagem, mas ser colocada autenticamente a serviço dos irmãos, especialmente dos mais necessitados.

Ademais, disse o Papa, a coleta que São Paulo havia organizado pelos pobres de Jerusalém expressava a dívida que as suas comunidades tinham para com a Igreja, que lhes havia comunicado o dom do Evangelho.

A seguir, o Santo Padre citou outro episódio da fidelidade de Paulo de Tarso para com a verdade do Evangelho: a dissensão entre Pedro e Paulo, na cidade de Antioquia, suscitada pela decisão de Pedro de não deixar os cristãos de origem pagã compartilhar das refeições, para não escandalizar os de origem judaica.

Neste sentido, recordou o Pontífice, Paulo defendia o valor universal da salvação oferecida a todos, pagãos e judeus, uma vez que a justificação não era obra da Lei judaica, mas da fé em Jesus Cristo.

Com efeito, diante de uma situação semelhante, São Paulo recomendou, em sua Carta aos Romanos, aos fortes na fé a não comerem alimentos impuros se fossem escândalo para os mais fracos.

Ao término de sua catequese, Bento XVI cumprimentou os vários grupos de peregrinos presentes na Praça São Pedro em dez línguas.

Expressando-se em italiano, o Pontífice fez uma saudação particular aos Missionários da Fé, que nestes dias estão realizando seu Capítulo Geral. A eles, o Papa exortou a uma dócil escuta da voz do Espírito, fonte de verdadeira comunhão.

Depois, Bento XVI cumprimentou os Seminaristas do Colégio Mater Ecclesiae de Roma, assegurando-lhes suas orações para que possam responder com generosidade e fidelidade ao chamamento do Senhor.

O papa cumprimentou também os fiéis das dioceses de Velletri e Segni, acompanhados pelo seu bispo, Dom Vincenzo Apicella, que vieram retribuir a visita pastoral que fez, há um ano, àquela que foi a sua Diocese titular quando era Cardeal. A eles, o Papa renovou seus agradecimentos pela carinhosa hospitalidade e os exortou a continuarem em união espiritual, mediante a oração e o testemunho cristão.

Por fim, o Santo Padre se dirigiu aos numerosos presentes de língua portuguesa. Eis a sua saudação:
Amados Irmãos e Irmãs: aos peregrinos de língua portuguesa que vieram de Portugal e do Brasil, saúdo cordialmente com estima e sincero afeto. Seguindo os passos da Catequese de hoje, faço votos por que possais acompanhar, unidos às intenções do Papa, as celebrações e o desenrolar da xii Assembléia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, subordinada ao tema: “A Palavra de Deus na vida e na missão da Igreja”. ‘Todo Concílio e Sínodo é, com efeito, um evento do Espírito’. Por isso, ajudados pelos dons do Altíssimo, confiamos no sucesso deste significativo acontecimento eclesial. Que Deus vos abençoe!.

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